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Meu Sangue

Año Cero

Mi Sangre

Golpeaste duro y me diste en la sien
Quedé tirado y marcaste mi piel
Tal vez no hay mucho por esclarecer
Lo que dijimos quedó en el ayer

Yo me voy para no volver

Voy dibujando el destino lo ves
Mi corazón ya no puede correr
Tal vez no hay mucho por envejecer
Lo que pasamos quedó en el ayer

Ya lo sé, terco puedo ser

Mi sangre retrofuturista
Brillante traje de revista
Gritando porque no hay salida al adiós
¿A dónde vamos hoy?

Golpeaste duro y me diste otra vez
Del suelo ya no me puedo mover, no
Arriba mío ha empezado a llover
Siento la fiebre, dame de beber

Ya lo sé, me toca perder
Y esta vez, ganas en mi ser

Mi sangre retrofuturista
Brillante traje de revista
Gritando porque no hay salida al adiós
¿A dónde vamos hoy?

Mi sangre retrofuturista
Brillante traje de revista
No sé de qué sirvió la duda si hoy
Sé que todo está en vos, todo está en vos

Meu Sangue

Golpeaste forte e me acertou na têmpora
Fiquei jogado e você marcou minha pele
Talvez não haja muito o que esclarecer
O que dissemos ficou no passado

Eu vou embora pra não voltar

Vou desenhando o destino, tá vendo?
Meu coração já não consegue correr
Talvez não haja muito o que envelhecer
O que passamos ficou no passado

Já sei, teimoso posso ser

Meu sangue retrofuturista
Brilhante traje de revista
Gritando porque não há saída pro adeus
Pra onde vamos hoje?

Golpeaste forte e me acertou de novo
Do chão já não consigo me mover, não
Acima de mim começou a chover
Sinto a febre, me dá pra beber

Já sei, é minha vez de perder
E dessa vez, você ganha em mim

Meu sangue retrofuturista
Brilhante traje de revista
Gritando porque não há saída pro adeus
Pra onde vamos hoje?

Meu sangue retrofuturista
Brilhante traje de revista
Não sei pra que serviu a dúvida se hoje
Sei que tudo está em você, tudo está em você

Composição: Javier Barreto, Leonel Idelmar Schutz, Marcos Spinzi, Maximiliano Bongarra, Sebastián Olguín