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Aléia

Arabella

Callejon

Este callejón lo sabe
Este callejón lo añora
Este callejón sombrío
Que en silencio rememora

Una casa vieja, un sueño
Que soñé en sus ventanales
El mundo siempre es pequeño
Para los del callejón

Penando en el callejón
Así fue que te encontré
Y a tu lado me acerqué
Sin una interrogación

Locuras de juventud
Fallas de la buena fe
Supe yo quien eras tú
Cuando para ti, deje de ser

Cuánto amargo comentario
Cuánto dedo acusador
Tan solo un fiel compañero
Mi adorado callejón

Tan solitaria me vi
Prisionera de mi error
Un hijo dentro de mí
Inocente creación

Descontrolada me vi
Y en tan mala situación
Solo tuvo de mi compasión
Mi viejo y fiel callejón
Solo tuvo de mi compasión
Mi viejo y fiel callejón

(Callejón, regresé)
(Regresé)
(Solo en ti, la compasión hallé)

Me viste crecer
Me viste querer
Me viste fallar
Fue por amar de buena fe

(Callejón, regresé)
(Solo en ti, la compasión hallé)

Cuentas, cuentas de la vida
Que yo jamás cobré
Pero callejón, tú me sigues siendo fiel

(Callejón, regresé)
(Solo en ti, la compasión hallé)

Errores de juventud
Inexperiencia tal vez
Pero en ti, yo, callejón
Un reproche nunca hallé

(¡AJA!)
(¡Vaya callejón!)
(¡Wooh!)
(La verda' es que)

(Callejón)
(Callejón)
(Regresé)
(Yo regresé)
(Solo en ti, la compasión hallé)

Dicen que facturas vienen
Dicen que facturas van
Pero yo sé callejón
Que no me vas a cobrar

(Callejón, regresé)
(Solo en ti, la compasión hallé)

(¡AJA!)
(¡QUE QUÉ!)

(Callejón)
(¡Vaya sabor!)
(Regresé)
(¡Wooh!)
(Solo en ti, la compasión hallé)

Me vuelven a recibir
Como siempre, como ayer
Mi adorado callejón
Y mi gran Tite Curet, Curet Curet

(Callejón, regresé)
(Yo regresé)
(Solo en ti)

La compasión, la compasión hallé

Aléia

Este beco sabe disso
Este beco sente falta dele
Este beco sombrio
que silenciosamente se lembra

Uma casa velha, um sonho
Que sonhei em suas janelas
O mundo é sempre pequeno
Para quem está no beco

Pensando no beco
Foi assim que eu te encontrei
E eu me aproximei de você ao seu lado
Sem uma pergunta

loucuras da juventude
Falhas de boa fé
Eu sabia quem você era
Quando para você deixa de ser

Quanto comentário amargo
Quanto dedo apontando
Apenas um companheiro fiel
Meu amado beco

Eu parecia tão solitário
Prisioneiro do meu erro
Um filho dentro de mim
criação inocente

Eu me vi descontrolado
E em uma situação tão ruim
Ele só teve minha compaixão
Meu antigo beco fiel
Ele só teve minha compaixão
Meu antigo beco fiel

(Beco, eu voltei)
(eu voltei)
(Só em você, encontrei compaixão)

você me viu crescer
você me viu querer
você me viu falhar
Foi por amar de boa fé

(Beco, eu voltei)
(Só em você, encontrei compaixão)

Contas, contas de vida
que eu nunca recebi
Mas beco, você ainda é fiel a mim

(Beco, eu voltei)
(Só em você, encontrei compaixão)

Erros da juventude
Inexperiência talvez
Mas em você, eu, beco
Eu nunca encontrei uma censura

(AHÁ!)
(Que beco!)
(Uau!)
(A verdade é que)

(Aléia)
(Aléia)
(eu voltei)
(eu voltei)
(Só em você, encontrei compaixão)

Dizem que as contas estão chegando
Eles dizem o que são contas
Mas eu sei beco
Você não vai me cobrar

(Beco, eu voltei)
(Só em você, encontrei compaixão)

(AHÁ!)
(O QUE O QUE!)

(Aléia)
(Que sabor!)
(eu voltei)
(Uau!)
(Só em você, encontrei compaixão)

Eles me recebem de volta
Como sempre, como ontem
Meu amado beco
E meu grande Tite Curet, Curet Curet

(Beco, eu voltei)
(eu voltei)
(Só em você)

Compaixão, compaixão eu encontrei

Composição: Catalino Curet Alonso