Demencia
-DEMENCIA I-
Me atormenta pensar
que jamás soñé
con una vida larga
donde padecer.
Todo rinde cuentas
a una verdad.
¡Donde me encontraré!
¡Es tu fin!
¡Que quieres de mi!
Cerrado a toda opción
de perdurar.
Mirando siempre atrás
removiendo el principio.
Sin poder sospechar
un claro final.
¡castigando la cordura!
¡Es tu fin!
¡Que quieres de mi!
No quiero escuchar la voz
que me atormenta en mi existir.
Susurros del más allá,
¡Por favor, ... déjame vivir!
-DIME POR QUE II-
Escúchame ... toda mi vida en ti tuve fe.
Si tu eres Dios ... dime el por qué de mi enfermedad.
Si tu poder ... me puede explicar que he hecho mal.
¡Dime por qué consuelo no me das ...!
¡Dime por qué te busco ... y no estas!
Quiero ver a mis nietos crecer...
Dime por qué... no puede ser.
-NO SE QUIEN SOY III-
Al fin deje de buscar a mi Dios,
no descubrí donde esta.
Ahora la tristeza acoge al mismo ser
que de mí quiero expulsar...
No podrás vivir,
...y nunca despertar...
...ya no habrá ilusión...
...jamás!!!
NO SE QUIEN SOY,
SOY TU RECUERDO.
Esa horrible sensación de realidad
me hace estremecer.
Ir de la mano siempre a ningún lugar,
delatando mi maldad...
Ya no hay recuerdos sobre los que llorar,
Quizás si, no lo se.
Ser una carga, ¡de verdad! no me igual,
Por favor, quiero morir...!
(Estribillo)
¡¡¡No encuentro salida!!!
-RECUERDOS (INSTRUMENTAL) IV-
-DESCANSE EN PAZ V-
Anhelo infinito de compasión,
Agonía de los míos por verme así.
¡Maldito padecer!
* Eterno descanso ... de edades olvidadas.
Ojos del ángel ... que me llama.
Vives tu vida, ... o ella te vive a ti.
Respiras por la herida que conlleva existir.
¡Maldito padecer!
Estoy muriendo y aun le temo al vivir
sin poder recordar algo más que sufrir.
¡Maldito padecer!
* Eterno descanso ... de edades olvidadas.
Ojos del ángel ... que me llama.
Siento una paz y un descanso maravilloso esta noche,
Es como si hubiese apartado de mi todo aquel mal.
Quizás ...
He abierto los ojos con asombro,
Preguntándome si no era un sueño
Todos estos días pasados,
Y en ellos, he intentado acariciar el ayer,
Porque no encontré el mañana.
Seguiré a esos ángeles ...
... aunque no sepa donde van
Demência
-DEMÊNCIA I-
Me atormenta pensar
que nunca sonhei
com uma vida longa
onde sofrer.
Tudo se submete
a uma verdade.
Onde eu vou me encontrar!
É o seu fim!
O que você quer de mim!
Fechado a toda opção
de continuar.
Olhando sempre pra trás
removendo o começo.
Sem poder suspeitar
um final claro.
Punindo a sanidade!
É o seu fim!
O que você quer de mim!
Não quero ouvir a voz
que me atormenta na minha existência.
Sussurros do além,
Por favor, ... me deixe viver!
-DIGA POR QUÊ II-
Escute-me ... toda a minha vida em você tive fé.
Se você é Deus ... me diga o porquê da minha doença.
Se o seu poder ... pode me explicar o que fiz de errado.
Diga por que consolo não me dá ...!
Diga por que te busco ... e não está!
Quero ver meus netos crescer...
Diga por que... não pode ser.
-NÃO SEI QUEM SOU III-
Finalmente parei de buscar meu Deus,
não descobri onde está.
Agora a tristeza acolhe o mesmo ser
que de mim quero expulsar...
Não poderá viver,
...e nunca despertar...
...já não haverá ilusão...
...jamais!!!
NÃO SEI QUEM SOU,
SOU SUA LEMBRANÇA.
Essa horrível sensação de realidade
me faz estremecer.
Ir de mãos dadas sempre a lugar nenhum,
denunciando minha maldade...
Já não há lembranças sobre as quais chorar,
Talvez sim, não sei.
Ser um fardo, de verdade! não me igual,
Por favor, quero morrer...!
(Refrão)
Não encontro saída!!!
-LEMBRANÇAS (INSTRUMENTAL) IV-
-DESCANSE EM PAZ V-
Anseio infinito de compaixão,
Agonia dos meus por me ver assim.
Maldito sofrimento!
* Eterno descanso ... de eras esquecidas.
Olhos do anjo ... que me chama.
Você vive sua vida, ... ou ela vive você.
Respira pela ferida que envolve existir.
Maldito sofrimento!
Estou morrendo e ainda temo viver
sem poder lembrar de algo mais que sofrer.
Maldito sofrimento!
* Eterno descanso ... de eras esquecidas.
Olhos do anjo ... que me chama.
Sinto uma paz e um descanso maravilhoso esta noite,
É como se tivesse afastado de mim todo aquele mal.
Talvez ...
Abri os olhos com espanto,
Perguntando-me se não era um sonho
Todos esses dias passados,
E neles, tentei acariciar o ontem,
Porque não encontrei o amanhã.
Seguirei esses anjos ...
... mesmo sem saber pra onde vão.