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Parada Intermediária

Arashi

Tochuu Gesha

Asa mo ya tabitachi no ho-mu ni naisho de kaketsuketa
Minareta egao ga matteita
Jiriri wakare no beru ga nari ohtsubu no namida ga
Manatsu no kaze ni kieta

Soto wa hare yume wa doko? meguriau no wa dare
Shimari kaketeita doa no mukougawa ni mita

Namae mo wasureru hodo tookunatte shimau nara
Nekutai o hazushi tochuu gesha shita mama
Kono machi no omoide ga nanigenai ichinichi ga
Mamoru beki nani ga sotto tsutsunde yuku

Tsuki dasu kirei na biru no kage kutabireta y shatsu
Kousaten no naka tatteiru
Toki no nagare ni oikosare ochikonda gogo ni wa
Ano natsu ni saiteita true song

Hito wa naze nai mono o sagashi tsuzuketeru no?
Nayamu koto sae wasure kaketeiru my life

Ano hi norikonda resha wa iki saki mo nai mama ni
Bukiyou na kokyu de mada hashitte yuku
Shinjiru koto ni tsukarete hitori nemuritai yoru
Tochuu gesha shita mama yukkuri toki ga tomaru

Subete no machi ni hi ga noboru kibou no ne o buchi narase

Ima shinjiru yuuki ga tamashi no kagayaki ga
Mamoru beki nani ga sotto tsutsunde yuku
Namae mo wasureru hodo tookunatte shimau nara
Nekutai o hazushi tochuu gesha shita mama

Ano hi norikonda resha wa iki saki mo nai mama ni
Bukiyou na kokyu de mada hashitte yuku
Hashitte yuku

Parada Intermediária

Asas e caminhos, com segredos que eu peguei
Um sorriso familiar me esperava
O sino da despedida toca, lágrimas escorrem
Desaparecendo no vento do verão

Lá fora tá ensolarado, onde estão os sonhos? Quem se encontra?
Do outro lado da porta, eu vi

Se eu me afastar tanto a ponto de esquecer meu nome
Desabotoo a gravata, sigo em frente sem destino
As memórias dessa cidade, um dia qualquer
O que eu devo proteger, vai se envolvendo devagar

A sombra de um prédio bonito, a camisa amassada
Estou parado no cruzamento
Levado pelo fluxo do tempo, caindo na tarde
Aquela canção verdadeira que floresceu no verão

Por que as pessoas continuam buscando o que não existe?
Até as preocupações eu deixei de lado, minha vida

Aquele dia, o trem que peguei não tinha destino
Com uma respiração desajeitada, ainda sigo em frente
Cansado de acreditar, quero dormir sozinho à noite
Parada intermediária, o tempo vai parando devagar

Em todas as cidades, o sol nasce, ressoando a esperança

Agora, a coragem que eu acredito brilha na alma
O que eu devo proteger, vai se envolvendo devagar
Se eu me afastar tanto a ponto de esquecer meu nome
Desabotoo a gravata, sigo em frente sem destino

Aquele dia, o trem que peguei não tinha destino
Com uma respiração desajeitada, ainda sigo em frente
Sigo em frente.

Composição: