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Uma Última Olhada Sobre a Luta nas Terras da Transilvânia

Arathorn

O Ultima Privire Asupra Luptei Din Tinuturile Transilvaniei (An Armageddish View Over The Landscapes Of Transilvania)

[Gericke April / November 1994]

Pe o intindere mai mare de o milase aflau infipte
inru-un urias semicerc sute de mii de tepi in care
atiranau ramasitele celor duaeci de mii turci
prinsi si trasi in teapa

Arsita zilelor de vara le putrezise aproape de tot.
Pasarile rapitoare ale carpatilor au napadit asupra
cadavrelor si si-au facut cuiburi in cranilie purtiite.

Ramasitele vesmintelor zdrentuite fluturau spre
Cerul inserat. Integrul tinut mirosea a moarte,
mirosul carnii care putrezza.

The countryside before me lies in the mist,
as our horns sound the hymns of winter,
a breeze of eternity comes to my eyes,
as armageddish northwinds enter...

My journey goes through the cosmic realms of abyssic frost,
through the superior pit no storm will enter,
an incantation opens the gates of eternal wisdom,
the highest glory thorugh the blackest depths of profanation.

Oh, I ride the whore with impetuous lust,
and bath my souls in a chalice of sorrow,
filled with wine and combined with thorns,
a funeral storm of darkness I join...

For years I searched the gates of the transylvanian chasm.
Dim and slow was the path until now,
but my own eternity comes closer,
as the funeral path ends at my crypt...

Stars before my eyes...

The cold light of carpathia guides me through the land,
the veils of doom chaime for my rise,
in pagan wrath,
as I begin to bleed... until end to cosmis lands...

The valleys of transylvania become my proud grave,
this armageddish view is now close...
...neverending winter....
...forever!

Uma Última Olhada Sobre a Luta nas Terras da Transilvânia

[Gericke Abril / Novembro 1994]

Em uma extensão maior de milhas estavam fincados
num enorme semicírculo centenas de milhares de estacas onde
se arrastavam os restos dos vinte mil turcos
pegos e empalados.

O calor dos dias de verão quase os havia podre.
As aves de rapina dos Cárpatos atacaram os
cadáveres e fizeram ninhos nos crânios expostos.

Os restos das vestes esfarrapadas tremulavam em direção ao
céu do entardecer. A terra inteira cheirava a morte,
o cheiro da carne que apodrecia.

O campo diante de mim se estende na névoa,
Enquanto nossas trompetas soam os hinos do inverno,
um sopro de eternidade vem aos meus olhos,
Enquanto os ventos do norte apocalíptico entram...

Minha jornada passa pelos reinos cósmicos do gelo abissal,
Através do abismo superior nenhuma tempestade entrará,
uma encantação abre os portões da sabedoria eterna,
a mais alta glória através das profundezas mais negras da profanação.

Oh, eu monto a prostituta com uma luxúria impetuosa,
e banho minhas almas em um cálice de tristeza,
cheio de vinho e combinado com espinhos,
uma tempestade fúnebre de escuridão eu me junto...

Por anos busquei os portões do abismo transilvano.
Sombrio e lento foi o caminho até agora,
mas minha própria eternidade se aproxima,
Enquanto o caminho fúnebre termina em minha cripta...

Estrelas diante dos meus olhos...

A luz fria da Carpatia me guia pela terra,
os véus do destino chamam pela minha ascensão,
em ira pagã,
Enquanto começo a sangrar... até o fim para terras cósmicas...

Os vales da Transilvânia se tornam minha orgulhosa sepultura,
esta visão apocalíptica agora está próxima...
...inverno sem fim....
...para sempre!

Composição: