Duskfall
Lights gone, sun bleeds the night where quiet shores soothe the raging tide
Ethereal awaits the everlasting dome where darkened skies once slept forlorn
Sunset, autumn wilted scent thy nectar’s hidden, a venomous spell of dead rhymes…
Neglected scripture sense concealed beneath the lightless side of dryad’s eyes…
From silvery falls to gilded soil every pathways ends, every whispers ignite desires lost
As a wind never blown… mormouring hills at moonrise spread fields of white shadows
Carved in black stones…
“Starless landscapes in fugue toward old seas of inner cosmos unnamed
Behind the curtains of morning fog lies the sun, painter of blindness
An exiled soul in perpetual wandering…”
Horizon silken veil starving perceptions (it) enshrouds
As I lay down defenses. Dominion of tainted hopes
An elusive mourn arose from the depths of seclusion…
So I run away from a reason of mystified appearances
Of glorified thrones, in misguided dreams adorned
How long silence will lead us to the red blood dawning?
How many seasons yet to breathe
Before I may leave this burden of mine?
… I will follow tears to riverside…
Ego’s eruption streams forth as wept in pain
Through daylight my hands finally reach the fire
That burns with strength in eclipse…
Oblivion of emotions reborn at least in death…
Queda do Crepúsculo
Luzes se apagaram, sol sangra a noite onde praias tranquilas acalmam a maré furiosa
Etéreo aguarda o domo eterno onde céus escurecidos antes dormiam desolados
Pôr do sol, aroma de outono murchou, o néctar escondido, um feitiço venenoso de rimas mortas...
Escritura negligenciada, sentido oculto sob o lado sem luz dos olhos da dríade...
Das quedas prateadas ao solo dourado, todos os caminhos terminam, todos os sussurros acendem desejos perdidos
Como um vento que nunca soprou... colinas murmurantes ao nascer da lua espalham campos de sombras brancas
Esculpidas em pedras negras...
"Paisagens sem estrelas em fuga em direção a antigos mares de um cosmos interior sem nome
Atrás das cortinas da névoa matinal está o sol, pintor da cegueira
Uma alma exilada em perpétua errância..."
O horizonte, véu de seda, faminto por percepções (ele) envolve
Enquanto eu deixo de lado as defesas. Domínio de esperanças manchadas
Um lamento ilusório surgiu das profundezas do isolamento...
Então eu fujo de uma razão de aparências mistificadas
De tronos glorificados, em sonhos mal orientados adornados
Quanto tempo o silêncio nos levará ao amanhecer de sangue vermelho?
Quantas estações ainda para respirar
Antes que eu possa deixar este fardo meu?
… Eu seguirei lágrimas até a beira do rio…
A erupção do ego flui como lágrimas de dor
Através da luz do dia, minhas mãos finalmente alcançam o fogo
Que queima com força em eclipse...
Oblivion das emoções renascidas, pelo menos na morte…