Requiem (For The Fathomless Void Of Redemption)
A trace of human’s life
Embraced by nature’s lust
Redeems its failure
As a picture of mankind hiding shades from the past
Reveals its splendor
When the blind leads the blinds every word is a fence
Like serpent tongue’s forgotten eloquence
Step after step it grows the fever
Alongside the path paved with gold
Where once our wandering was led by blood
Unconsciousness, be my witness a treason, our guilty perseverance
A sinful moan, our inheritance an elegy for us to rest
On fragile wings now torn asunder
Torment, renew my illness a dagger, our forthcoming penitence
A vivid scar, our last dance a remedy for us to mend
These wings we’ve betrayed
“On shadowed side of existence we crawl sculpting our shame as an image of God,
But in faith lurks the ageless sin
C’est l’ennui!
Mother of all illusions, mother of our grief
C’est l’ennui!
Unending fall…”
On bended knees and harmless the struggle ends
The fathomless void of redemption disappears
Withered on the slopes of indifference…
An unclouded scenario of lies – like the most precious jewel it shines
As far as I can see only painted smiles – like comedians under the spotlight
How come closer, oh brothers of mine – join the theater of fools, our own kind…
Réquiem (Pelo Vazio Infinito da Redenção)
Um traço da vida humana
Abraçado pela luxúria da natureza
Redime seu fracasso
Como uma imagem da humanidade escondendo sombras do passado
Revela seu esplendor
Quando o cego guia o cego, cada palavra é uma cerca
Como a eloquência esquecida da língua da serpente
Passo após passo, a febre cresce
Ao longo do caminho pavimentado com ouro
Onde uma vez nossa errância foi guiada pelo sangue
Inconsciência, seja minha testemunha, uma traição, nossa culpa persistente
Um gemido pecaminoso, nossa herança, uma elegia para nós descansarmos
Em asas frágeis agora rasgadas
Tortura, renove minha doença, uma adaga, nossa penitência que se aproxima
Uma cicatriz vívida, nossa última dança, um remédio para nós consertarmos
Essas asas que traímos
"No lado sombrio da existência, rastejamos esculpindo nossa vergonha como uma imagem de Deus,
Mas na fé se esconde o pecado atemporal
C’est l’ennui!
Mãe de todas as ilusões, mãe da nossa dor
C’est l’ennui!
Queda sem fim..."
De joelhos e inofensivos, a luta termina
O vazio infinito da redenção desaparece
Murchando nas encostas da indiferença...
Um cenário desimpedido de mentiras – como a joia mais preciosa, brilha
Até onde posso ver, apenas sorrisos pintados – como comediantes sob os holofotes
Como chegar mais perto, oh irmãos meus – juntem-se ao teatro dos tolos, nossa própria espécie...