Autumn Wed Us, Sinned and Lone
Deep in the autumn's grave I lay
Watching grey sky cries day by day
Hearing the silent song of the past
Feeling my future how comes to dust
Winter comes on a yesterday's rain
With bitter smile is painted in grey
Dressed in a suit of frozen tears
They are not mine - but fallen leaves…
Winter calls with the howl of winds
Which intricate between branches of trees
I foretell that my soul too
Will go to pieces finding you
Frozen earth still keeping my sleep
My heart stopped beating under your feet
There are no dreams as there are no you
Here by my side, how sad but true…
Summer blooms after springs down
With worried flight of cirrus clouds
Warned of a thunder in piercing rain
They make me glad - but worsened pain…
Summer ends with the croak of rooks
Which fly to south leaving my wounds
I foretell that my reason too
Will go to cities finding you
Lie naked on wet bed
I count our past lives in my head
"Leave it behind!"
Murrey blood and autumn wed
Our fates that dyed in red…
Wears of love
Weave it from blood
And rain of salt tears,
Tears…
Like bird of love
Like light breeze's puff
Sweeping us, beloved, to heavenly…
Pain, filth, hate
Bane, grief,
Sate
Your thirsting knife's blade,
Copulate it with veins and wait for the trip
Then tremors in throat, first step to the grip
Of hairy queen's hand that wieldeth the rod
Of the life or the mort
Because you're fool,
Self-dependent parting's tool
Don't be unfaithful to your love, which granted by the Lucid Gods
When Norn unites the clues of lots, creating flower of love
Without fail we need to find our roving second half
And without part we'll keep the flame of our hearts like only origin of life
This zygote of true happiness and harmony for us
Heed me, my love, I feel your heart
Your darling warmth not far away but
Impenetrable grounds divide
Us and I trust we'll meet some time!
Autumn roars with funeral gales
It brings me cold, it roughly wales
My weary soul that turns into sore
Sophistic thoughts that clothed in gore
Autumn falls with the gold of leafage
I'll be eternal winter's liege
You whisper me that "My heart misses!"
For my clasps and ardent kisses…
Ghostly smoke covers my bed -
Here I lay can't rise my head
Under glass-painted by the frost -
I enchained my faith to lost
Trembling, freezing in the fairy land
I won't read the answer for the letter I've sent
Sleeping, watching all the strangest dreams
I will never rise again my wings…
Anguished slough will not absorb
Our feelings and our throb
I please, believe and hope!
Look upon the frights of mob
Rise thyself o'er the globe!
Outono Nos Casou, Pecado e Solidão
Profundamente na cova do outono eu estou
Observando o céu cinza chorar dia após dia
Ouvindo a canção silenciosa do passado
Sentindo meu futuro se desfazer em pó
O inverno chega com a chuva de ontem
Com um sorriso amargo pintado de cinza
Vestido em um terno de lágrimas congeladas
Elas não são minhas - mas folhas caídas...
O inverno chama com o uivo dos ventos
Que se entrelaçam entre os galhos das árvores
Eu prevejo que minha alma também
Se despedaçará ao te encontrar
A terra congelada ainda guarda meu sono
Meu coração parou de bater sob seus pés
Não há sonhos assim como não há você
Aqui ao meu lado, que triste, mas verdade...
O verão floresce após a queda da primavera
Com o voo preocupado das nuvens cirros
Avisadas de um trovão na chuva cortante
Elas me fazem feliz - mas a dor piora...
O verão termina com o croak dos corvos
Que voam para o sul deixando minhas feridas
Eu prevejo que minha razão também
Irá para as cidades te encontrar
Deito nu na cama molhada
Conto nossas vidas passadas na minha cabeça
"Deixe isso para trás!"
Sangue murrey e outono se casaram
Nossos destinos tingidos de vermelho...
Vestígios de amor
Tecidos de sangue
E chuva de lágrimas salgadas,
Lágrimas...
Como um pássaro do amor
Como a leve brisa
Varrendo-nos, amado, para o céu...
Dor, sujeira, ódio
Maldição, tristeza,
Saciada
A lâmina da sua faca sedenta,
Copule-a com veias e espere pela viagem
Então tremores na garganta, primeiro passo para o aperto
Da mão peluda da rainha que empunha o bastão
Da vida ou da morte
Porque você é um tolo,
Ferramenta de separação autossuficiente
Não seja infiel ao seu amor, que foi concedido pelos Deuses Lúcidos
Quando Norn une as pistas dos destinos, criando a flor do amor
Sem falta precisamos encontrar nossa segunda metade errante
E sem nos separar manteremos a chama de nossos corações como a única origem da vida
Esse zigoto de verdadeira felicidade e harmonia para nós
Escute-me, meu amor, eu sinto seu coração
Seu calor querido não está longe, mas
Terras impenetráveis nos separam
E eu confio que nos encontraremos algum dia!
O outono ruge com ventos fúnebres
Ele me traz frio, ele me arranha brutalmente
Minha alma cansada que se transforma em dor
Pensamentos sofísticos que se vestem de sangue
O outono cai com o ouro das folhas
Eu serei o vassalo do inverno eterno
Você me sussurra que "Meu coração sente sua falta!"
Por meus abraços e beijos ardentes...
Fumaça fantasmagórica cobre minha cama -
Aqui eu deito, não consigo levantar minha cabeça
Sob o vidro pintado pelo gelo -
Eu acorrentei minha fé ao perdido
Tremendo, congelando na terra de fadas
Eu não lerei a resposta para a carta que enviei
Dormindo, assistindo os sonhos mais estranhos
Nunca mais levantarei minhas asas...
A casca angustiante não absorverá
Nossos sentimentos e nosso pulsar
Eu imploro, acredite e espere!
Olhe para os medos da multidão
Levante-se sobre o globo!