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Teatro se Desdobra (Século XVIII de uma mente doente)

Arcane Wisdom

Theatre Unfolds (Siglo XVIII of a diseased mind)

The theatricons now arise
Harlequins are guests of honour (and mages!)
And Lo! What a dreadful masquerade
Such a ball of honoured horror
Remains to be beheld by eyes of blood
(and, surely, satyrical mud)

The masques are never ornaments without stamped fear
The perfect guise of hideous lust as seen through the mirrors´ flood
As vanity`s Buffoon swings in jests through the great-hall
Hoaxing all in awe and leaving awe in All!

The clinging serenade in shimmering aeons scripted
Draped in irony and sarcasm and true melodrama
All hail the voluptuous chimes of mockery
As the masques once again unfold
Forcing the purest glances to withdraw in manner bold

Chorus:

In Siglo XVIII, witness this operetta unveil
Like some mad custom of unshamed, untamed pride
A twisted vision of a moribund lunatic
Behold as the wicked theatre unfolds!

(Now hear the charming cornets
growling within the palace´s catacombs)

Witches and the mahogany lions
Naïve prey and deadly hunter in fancy
To and fro, the dance exhales in a reverie of rapture
With every loathsome character not seen hitherto

Cobras and diverse reptiles of peril
Have ye seen the mammoth´s hecatomb?
Let us hope this fest endeth not hereupon
´fore the bleeding ideals of Old

What majesty, such ostensible dread…
What mirth, except for the lunatic´s head
Yes…but when all masques have elapsed
The crown of sterility shalt rise, unfettered

"In this Splendourous masquerade
upon which an ensemble of curtains fall
Spectres melt in their façade
(mere) merging canvas on the wall"

Teatro se Desdobra (Século XVIII de uma mente doente)

Os teatricons agora surgem
Os arlequins são os convidados de honra (e magos!)
E eis! Que terrível masquerade
Um baile de horror honrado
Permanece a ser visto por olhos de sangue
(e, com certeza, lama satírica)

As máscaras nunca são ornamentos sem medo estampado
A perfeita aparência de luxúria hedionda vista através da inundação de espelhos
Enquanto o Bufão da vaidade balança em piadas pelo grande salão
Enganando a todos em assombro e deixando assombro em Todos!

A serenata pegajosa em aeons cintilantes escrita
Drapejada em ironia e sarcasmo e verdadeiro melodrama
Salve os voluptuosos sinos da zombaria
Enquanto as máscaras mais uma vez se desdobram
Forçando os olhares mais puros a se retirarem de maneira ousada

Refrão:

No Século XVIII, testemunhe esta opereta se revelar
Como um costume louco de orgulho sem vergonha, indomado
Uma visão distorcida de um lunático moribundo
Eis que o teatro maligno se desdobra!

(Agora ouça os encantadores cornetas
grugindo nas catacumbas do palácio)

Bruxas e os leões de mogno
Presas ingênuas e caçador mortal em fantasia
De um lado para o outro, a dança exala em um devaneio de êxtase
Com cada personagem odioso não visto até então

Cobras e diversos répteis de perigo
Você viu a hecatombe do mamute?
Esperemos que esta festa não termine aqui
Antes dos ideais sangrentos do Velho

Que majestade, tal terror ostensivo...
Que alegria, exceto pela cabeça do lunático
Sim... mas quando todas as máscaras tiverem passado
A coroa da esterilidade surgirá, sem amarras

"Nesta esplendorosa masquerade
sobre a qual um conjunto de cortinas cai
Espectros derretem em sua fachada
(canvás meramente) fundindo-se na parede"

Composição: