Oda a Granada
No te gusta Graná
No te gusta el cielo
Por favor, ¿con qué cara tú me dices eso?
Cuando no queda más pena, que la de ser ciego
Te estaré esperando cuando no queden más
Segundos, ni terceros, ni gente a la que disparar
Lo siento si me excedo, pero es que no me gusta ganar
Lo hago por costumbre pero quiero morirme ya
En Paseo de los Tristes o en San Nicolás
El desapego es clave para volver a magnetizar
Siempre que lo niegas te das cuenta que es de verdad
Y si me echas de menos, vente a mi ciudad
Nooo, no te gusta Granada, no te gusta el cielo
Nooo, pero tú, ¿con qué cara dices eso?
Escúchame, mírate al espejo, y recuerda que
No te mereces la mitad de donde estás viviendo
Virgen tumbada al sol y deslumbra una flor
En Granada no hay nada más triste que ser ciego
Te estaré esperando cuando no queden más
Fuentes de las batallas, las murallas de la verdad
Lo siento si me excedo
Creo que puedo romantizar en términos de anhelo
La belleza de mi ciudad
No, no te gusta Granada, no te gusta el cielo
No, pero tú, ¿con qué cara dices eso?
Escúchame, mírate al espejo, y recuerda que
No te mereces la mitad de donde estás viviendo
Virgen tumbada al sol y deslumbra una flor
En Granada no hay nada más triste que ser ciego
No, no te gusta Granada, no te gusta el cielo
No, pero tú, ¿con qué cara dices eso?
Escúchame, mírate al espejo, y recuerda que
No te mereces la mitad de donde estás viviendo
Virgen tumbada al sol y deslumbra una flor
En Granada no hay nada más triste que ser ciego
Ode a Granada
Você não gosta de Granada
Você não gosta do céu
Por favor, com que cara você me diz isso?
Quando não sobra mais dor, além de ser cego
Estarei te esperando quando não restar mais
Segundos, nem terceiros, nem gente pra atirar
Desculpa se eu exagero, mas é que não gosto de ganhar
Faço isso por costume, mas quero morrer já
No Paseo de los Tristes ou em San Nicolás
O desapego é a chave pra voltar a magnetizar
Sempre que você nega, percebe que é de verdade
E se você sente minha falta, vem pra minha cidade
Nãooo, você não gosta de Granada, não gosta do céu
Nãooo, mas você, com que cara diz isso?
Escuta, se olha no espelho, e lembra que
Você não merece nem a metade de onde está vivendo
Virgem deitada ao sol e brilha uma flor
Em Granada não há nada mais triste que ser cego
Estarei te esperando quando não restar mais
Fontes das batalhas, as muralhas da verdade
Desculpa se eu exagero
Acho que posso romantizar em termos de anseio
A beleza da minha cidade
Não, você não gosta de Granada, não gosta do céu
Não, mas você, com que cara diz isso?
Escuta, se olha no espelho, e lembra que
Você não merece nem a metade de onde está vivendo
Virgem deitada ao sol e brilha uma flor
Em Granada não há nada mais triste que ser cego
Não, você não gosta de Granada, não gosta do céu
Não, mas você, com que cara diz isso?
Escuta, se olha no espelho, e lembra que
Você não merece nem a metade de onde está vivendo
Virgem deitada ao sol e brilha uma flor
Em Granada não há nada mais triste que ser cego