Fear Itself
I bleed as a wound ripped in my flesh
Slash destiny into each arm...
With blood, with fire
Dead blood flows from my veins
(My blood feeds the firestorm)
And withstands the spreading blaze
Before the harvest of souls
Death whets his gleaming scythe
The sound of stone on steel
And sparks as lightning across the sky
Fear not you righteous ones
Though Death is always the winner
He is also easily appeased...
Never fear the night
Never fear the darkness
My breath scorches like desert winds
Far above the reek and stench
Time will come to pay - hell won't be enough
Desire feeds the leaping flames
Firestorm - smoke rises to the sky
Entrenched bodies - frozen, charred stumps
Screaming in silence as echoes fade
The light of peace glows dying red
The civilized veneer is drawn like a curtain
Drawn for the next act of blasphemy
And falls when the course is crimson drenched
O Medo em Si Mesmo
Eu sangro como uma ferida rasgada na minha carne
Corto o destino em cada braço...
Com sangue, com fogo
Sangue morto flui das minhas veias
(Meu sangue alimenta a tempestade de fogo)
E resiste ao incêndio que se espalha
Antes da colheita de almas
A Morte afia sua foice reluzente
O som da pedra no aço
E faíscas como relâmpagos pelo céu
Não temam, vocês, justos
Embora a Morte seja sempre a vencedora
Ela também é facilmente apaziguada...
Nunca tema a noite
Nunca tema a escuridão
Meu fôlego queima como ventos do deserto
Lá em cima, longe do cheiro e da fedentina
Chegará a hora de pagar - o inferno não será o bastante
O desejo alimenta as chamas saltitantes
Tempestade de fogo - a fumaça sobe ao céu
Corpos entrincheirados - troncos congelados e carbonizados
Gritando em silêncio enquanto os ecos se desvanecem
A luz da paz brilha morrendo em vermelho
A fachada civilizada é puxada como uma cortina
Puxada para o próximo ato de blasfêmia
E cai quando o curso está ensopado de carmesim