Tradução gerada automaticamente

La Flor de La Canela
Argelia Fragoso
A Flor de Canela
La Flor de La Canela
Deixe-me contar a você, limeñoDéjame que te cuente limeño
Deixe-me dizer a você a glóriaDéjame que te diga la gloria
Do sonho que evoca a memóriaDel ensueño que evoca la memoria
Da velha ponte, do rio e da alamedaDel viejo puente, del río y la alameda
Deixe-me contar a você, limeñoDéjame que te cuente limeño
Agora que ainda perfuma a lembrançaAhora que aún perfuma el recuerdo
Agora que ainda balança em um sonhoAhora que aún se mece en un sueño
A velha ponte, o rio e a alamedaEl viejo puente, el río y la alameda
Jasmins nos cabelos e rosas no rostoJazmines en el pelo y rosas en la cara
Elegante caminhava a flor de canelaAirosa caminaba la flor de la canela
Derramava suavidade e ao passar deixavaDerramaba lisura y a su paso dejaba
Aromas de mistura que no peito carregavaAromas de mistura que en el pecho llevaba
Da ponte à alameda, passo miúdo a levaDel puente a la alameda menudo pie la lleva
Pela calçada que estremece ao ritmo de seu quadrilPor la vereda que se estremece al ritmo de su cadera
Recolhia o riso da brisa do rioRecogía la risa de la brisa del río
E ao vento o lançava da ponte à alamedaY al viento la lanzaba del puente a la alameda
Deixe-me contar a você, limeñoDéjame que te cuente limeño
Ah, deixe-me dizer, moreno, meu pensamentoAy, deja que te diga, moreno, mi pensamiento
Para ver se assim desperta do sonhoA ver si así despiertas del sueño
Do sonho que entretém, moreno, seu sentimentoDel sueño que entretiene, moreno, tu sentimiento
Inspire a suavidade que dá a flor de canelaAspira de la lisura que da la flor de la canela
Adornada com jasmins matizando sua belezaAdornada con jazmines matizando su hermosura
Tapete de novo a ponte e enfeita a alamedaAlfombra de nuevo el puente y engalana la alameda
Que o rio acompanhará seu passo pela calçadaQue el río acompasará su paso por la vereda
E lembre-se queY recuerda que
Jasmins nos cabelos e rosas no rostoJazmines en el pelo y rosas en la cara
Elegante caminhava a flor de canelaAirosa caminaba la flor de la canela
Derramava suavidade e ao passar deixavaDerramaba lisura y a su paso dejaba
Aromas de mistura que no peito carregavaAromas de mistura que en el pecho llevaba
Da ponte à alameda, passo miúdo a levaDel puente a la alameda menudo pie la lleva
Pela calçada que estremece ao ritmo de seu quadrilPor la vereda que se estremece al ritmo de su cadera
Recolhia o riso da brisa do rioRecogía la risa de la brisa del río
E ao vento o lançava da ponte à alamedaY al viento la lanzaba del puente a la alameda



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