Tradução gerada automaticamente

El Malevo
Argentino Luna
O Malevo
El Malevo
Eu não trancava a porta do meu ranchoYo no trancaba la puerta de mi rancho
Nem dormindoNi durmiendo
Pra quê.. ?Para que.. ?
Se do lado de foraSi al lao de ajuera
Por pior que fosse o tempoPor malo que juese el tiempo
A trancava com os dentesLa enrrejaba de colmillos
A coragem do meu cachorroEl coraje de mi perro
Cimarron, meio ariscoCimarron, medio atigrao
Eu o encontrei perdido nas serrasLo halle perdido en las sierras
Ofegante de cansaçoBoqueandondo de agusanao
Mau como manga e pedraMalo como manga é piedra
Tive que trazê-lo amarradoTuve que traerlo enlazao
Pra curar as feridasPara curarle las bicheras
E aí ele ficou grudadoY ahí se quedo aquerenciao
Companheiro de horas lentasCompañero de horas lerdas
Trotando sob o estriboTrotando bajo el estribo
Nem contava as léguasNi calculaba las leguas
E onde afrouxava a cinchaY donde aflojaba cincha
Se deitava pra cuidar das minhas coisasSe echaba a cuidar mis priendas
Isso sim,...... Muito delicadoEso si,...... Muy delicao
Nem conto como era manuseá-loManosearlo ni le cuento
Ele ficava com o olhar perdidoSe ponía de ojo extraviao
E o pelo eriçadoY se le erizaba el pelo
Com isso tinha bem merecidoCon que tenia bien ganao
Seu apelido....... "o malevo"Su apelativo....... "el malevo"
Que animal capazQue animal capacitao
Pra trabalho em campo abertoPal trabajo en campo abierto
Era de se ver o danadoHabía que verlo al mentau
Trabalhando em um rodeioTrajinando en un rodeo
De ser cristãoDe ser cristiano
Era certo que aquele cachorro era doutorClavao que era doctor ese perro
Eu colocar a tropa no curral??¿Yo echar tropilla al corral??
Eu assobiava entre os dedosLe chiflaba entre los dedos
E enredado no assobioY embretao en el chiflido
Me trazia a crina o ventoMe los traía crina el viento
E era um espinho presoY era un abrojo prendido
Nos garrões do trovãoA los garrones del trueno
Uma vez, manejando a tropaUna vez bandeando tropa
Com muita água no Rio NegroCon mucho agua en el Río Negro
Caí quebrado de um apertoCaí quebrao de un apretón
Entre um redemoinho e chifresEntre un remolino é cuernos
E me pegou a cabeçaY me gano la mollera
A escuridão e o silêncioLa oscuridad y el silencio
Quando voltei a abrir os olhosCuando volví a abrir los ojos
Uma nuvem cruzava o céuCruzaba una nube el cielo
Gemidos e lambidasGemidos y lambetazos
Chegavam como de longeLlegaban como de lejos
De repente entendiRedepente compriendí
Me sentei no chãoMedio me senté en el suelo
Pra agradecerPara entregarle las gracias
"Irmão, dessa eu te devo""Hermano de ésta te quedo debiendo"
Não me acha nem o pão benditoNo me halla ni el pan bendito
Se não me tira, "malevo"Si no me sacas, "malevo"
E uma imensa gratidãoY una inmensa gratitud
Se me entalou na gargantaSe me atracó en el garguero
Bom, a coisa passouBueno, la cosa pasó
Eu entrei pro casamentoYo dentre pa'l casamiento
Fiz o forno, a cozinhaHice el horno, la cocina
Meu rancho esticou um beiralMi rancho estiró un alero
E na sua chúcara crineraY en su chúcara crinera
Charqueou o arroz e o feijãoCharqueó el arroró y el reso
Depois de dois anosA los dos años
Meu gurizinho engatinhava sobre um pelagemGateaba mi gurí sobre un pelego
Ou andava pelo quintalO andaba por el guardapatio
Grudado na cruz do cachorroPrendido a la cruz del perro
Porque ele, me tirouPorque él, me le sacó
As cócegas do malevoLas cosquillas al malevo
Ele deve ter tomado por filhoteLo habrá tomao por cachorro
É sua cria o briguentoÉ su cría el pendenciero
Suportava imprudênciasLe soportaba imprudencias
Se prestava pra suas brincadeirasSe priestaba pa' sus juegos
E onde ameaçava cairY ande amenazaba caerse
Se deitava sob o corpoSe le echaba bajo el cuerpo
A coisa foi tão de repenteLa cosa jué tan de golpe
Que até parece contoQue hasta me parece cuento
Foi depois de um meio-diaFue después de un mediodía
Como pra fim de janeiroComo pa' fines de enero
Eu tinha me deitado na camaYo me había echao en el catre
Pra descabeçar um sonhoPa' descabezar un sueño
A patroa trabalhavaLa patrona trajinaba
Processando com o carneiroProceando con el borrego
E de repente aquele gritoY redepente aquel grito
Como de terror ¡Rosendooo!Como de terror ¡Rosendooo!
E já me peguei no pátioY ya me pele pal patio
Batendo com um caroneroManotiando un caronero
Ela estava contra o fornoElla estaba contra el horno
Gaguejando em silêncioTartamudeando en silencio
Tinha o guricito levantadoTenía el guricito alzao
Apertado contra seu peitoAprietao contra su pecho
E avançando agachadoY avanzando agazapao
Como uma fera.......... Meu cachorroComo una fiera.......... Mi perro
Mostrava uns dentes como punhaisEnseñaba unos colmillos como puñales
Os pelos tinham se eriçado de um jeitoLos pelos se le habían parao de un modo
Que era difícil reconhecê-loQue costaba conocerlo
E na brasa de seus olhosY en la brasa de sus ojos
Tinham se queimado as lembrançasSe habían quemao los recuerdos
De um salto me coloquei na frenteDe un salto me le puse en frente
Gritei ¡MALEVO!Le pegue el grito ¡MALEVO!
Vi ele soltar uma babaLe vi saltar una baba
Está furioso Rosendo!Esta rabioso Rosendo!
Não se aproxime irmãoNo te me acerques hermano
Não se aproxime irmãoNo te meacerques hermano
Recuem... RecuemEcha pa' tras... Echa pa' tras
¡ Fora cachorro!!!¡ Fuera perro!!!
De repente ele pulou!!!Redepente me saltó!!!
Inclinei o corpo pra um ladoLadié pa' un costao el cuerpo
E senti como a adagaY senti como la daga
Topava contra o peitoLe topaba contra el pecho
E caiu quase sem barulhoY cayó casi sin ruido
Como um pano no chãoComo una jerga en el suelo
Quando olheiCuando lo miré
Os olhos tinham ficado muito bonsLos ojos se le habían puesto muy buenos
Como se me agradecesseComo dandome las gracias
Seu fôlego se encurtavaSe le acortaba el resuello
Se arrastou.... Lambeu meus pésSe arrastró.... Lamió mis pieses
E me brotou uma lágrimaY me brotó un lagrimeo
Não tinha pra escolherNo tenía pa' elegir
Irmão, você estava doenteHermano tabas enfermo
Foi por causa do filhote, sabe?Fue por el cachorro sabes?
Se não, não teria feito!!De no, no lo hubiera hecho!!
Balançou a cauda uma vez, duas vezesMeneó la cola una vez, dos veces
E ficou mortoY quedó muerto
Por isso é que desde entãoPor eso es que desde entonces
Não gosto de ter cachorroNo me gusta tener perro
E quando vou a cavaloY cuando voy de a caballo
Parece que o sintoMe parece que lo siento
Seguir embaixo do estriboSeguir abajo el estribo
Trote e trote pelo tempoTrote y trote por el tiempo



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