XI
¿Por qué mi mente no logró cerrar?
Ya no quiero verlo más
Todo a mi alrededor es polvo.
El día en que mi vida se paró,
No me deja oir tu voz.
Y esa imagen graba en mi reposo.
Solo quiero que mi alma descanse de una vez.
Que aquel día duerma eterno en mi recuerdo, y saber
por qué fuiste pasajero de un destino tan cruel.
¿Quién me va a explicar por qué
tu viaje terminó aquel día en aquel tren?
Y ahora no encuentro la forma de vivir sin ver
que tu alma quedo atada por el odio en un andén
Ha pasado tiempo ya,
pero vuelve a despertar.
El momento siempre está presente.
Quiero encontrar la explicación
que justifique este dolor.
¿Quién nos trajo aquel infierno?
Solo quiero escuchar tu voz una vez más
y el vacío de mi vida tu palabra llenará
y volver a soñar con despertar.
Estribillo
No volváis nunca a pensar
que la muerte curará
los rencores y, quizá
el dolor se acabará
En las vías de la vida
aquel tren se ha detenido.
Fuiste víctima inocente
de la muerte sin sentido.
XI
Por que minha mente não consegue desligar?
Não quero mais te ver
Tudo ao meu redor é poeira.
No dia em que minha vida parou,
Não consigo ouvir sua voz.
E essa imagem fica gravada na minha paz.
Só quero que minha alma descanse de uma vez.
Que aquele dia durma eterno na minha memória, e saber
por que você foi passageiro de um destino tão cruel.
Quem vai me explicar por que
sua viagem terminou naquele dia, naquele trem?
E agora não encontro a forma de viver sem ver
que sua alma ficou presa pelo ódio em uma plataforma.
Já passou um tempo,
mas volta a despertar.
O momento sempre está presente.
Quero encontrar a explicação
que justifique essa dor.
Quem nos trouxe aquele inferno?
Só quero ouvir sua voz mais uma vez
e o vazio da minha vida sua palavra preencherá
e voltar a sonhar em despertar.
Refrão
Nunca pensem novamente
que a morte vai curar
as mágoas e, talvez
a dor vai acabar.
Nos trilhos da vida
aquele trem parou.
Você foi uma vítima inocente
da morte sem sentido.