W mglistej konstelacji lodu ...
Witaj podró¿niku w mej mro�nej konstelacji
Pokrytej warstw¹ �niegu krainie skutej lodem
Odwiecznej hibernacji nadziei na powrót
Starego ³adu i porz¹dku
Bo moje imperium to muzeum przesz³o�ci
Eksponaty to minione dzieje
Które powróc¹ gdy stopniej¹ wszystkie �niegi
Kryszta³y lodu przybior¹ swe realne - kszta³ty
�nie¿ne demony w bia³ych szatach futer
Uparcie strzeg¹ reliktów przesz³o�ci
Na swych dumnych tronach bogowie zasiadaj¹
Oczekuj¹c powrotu starego porz¹dku
Mgliste postaci majacz¹ce w mroku
Dumne pos¹gi jak lodowe monumenty
Ja niczym kustosz stojê wci¹¿ na stra¿y
Pogañskiej �wiadomo�ci zakutej w lodzie
Po wszechczasy
Nim Matka Zima opu�ci tê krainê
B¹d�my gotowi na ostatnia bitwê
Niechaj bogowie powstan¹ ze swych tronów
I uderz¹ bezlito�nie w samo serce tej Pandory ...
Ta �nie¿na przestrzeñ to moja jest ojczyzna
Kraina niczym konstelacja lodu
Wszystko tu spoczywa na dnie zimnego morza
W wymiarze gdzie gwiazdy ju¿ gasn¹
Przedzieram siê uparcie przez astraln¹ mg³ê
Wypatrujê cieni, bezkszta³tnych wyobra¿eñ
Gdzie� tutaj moi bracia zamieszkuj¹ w samotno�ci
W czasach, gdy przesz³o�æ ³¹czy siê z przysz³o�ci¹
Nim Matka Zima opu�ci tê krainê ...
Ta �nie¿na przestrzeñ to moja jest ojczyzna ...
Niechaj nasze miecze znów roz�wietli
Gromu b³ysk przeszywaj¹cy niebo
Blask wilczego s³oñca wnet roztopi
�niegi skrywaj¹ce tajemnice
Gdy wojenne dymy ju¿ opadn¹
Na lodowe monumenty, wtedy
Zimny czas zawróci do pocz¹tku
A bogowie wróc¹ na swe trony
... milcz¹cy ...
... dostojni ...
... nie�miertelni ...
Na Nebulosa de Gelo
Olá, viajante, na minha nebulosa gelada
Coberta por uma camada de neve, terra aprisionada pelo gelo
Eterna hibernação, esperança de retorno
Do velho ordem e do equilíbrio
Pois meu império é um museu do passado
As exposições são histórias que já se foram
Que voltarão quando derreterem todas as neves
Cristais de gelo tomarão suas formas reais
Demônios delicados em vestes brancas de peles
Persistem em guardar os relicários do passado
Em seus tronos orgulhosos, os deuses se sentam
Aguardando o retorno da velha ordem
Figuras nebulosas flutuando na escuridão
Estátuas orgulhosas como monumentos de gelo
Eu, como um curador, continuo de guarda
Da consciência pagã aprisionada no gelo
Para sempre
Antes que a Mãe Inverno deixe esta terra
Estejamos prontos para a última batalha
Que os deuses se levantem de seus tronos
E golpeiem impiedosamente o coração desta Pandora...
Este espaço delicado é minha pátria
Uma terra como uma nebulosa de gelo
Tudo aqui repousa no fundo do mar frio
Em uma dimensão onde as estrelas já se apagam
Eu me esforço persistentemente através da névoa astral
Buscando sombras, formas amorfas
Aqui, meus irmãos habitam na solidão
Em tempos onde o passado se conecta com o futuro
Antes que a Mãe Inverno deixe esta terra...
Este espaço delicado é minha pátria...
Que nossas espadas brilhem novamente
O relâmpago do trovão cortando o céu
O brilho do sol lobo logo derreterá
As neves que escondem segredos
Quando as fumaças da guerra já se assentarem
Sobre os monumentos de gelo, então
O tempo frio voltará ao início
E os deuses retornarão aos seus tronos
... silenciosos...
... majestosos...
... imortais...