Tradução gerada automaticamente

Gdzie bogowie s± jak bracia i siostry ...
Arkona (Pol)
Onde os deuses são como irmãos e irmãs ...
Gdzie bogowie s± jak bracia i siostry ...
Não sei sobre os anos sombrios perdidos no tempo�niê o mro�nych latach zatraconych w czasie
Um sonho profundo com uma visão em milênios esquecidosSen g³êbok¹ wizj¹ w u�pionych tysi¹cleciach
Espelhos cheios de bordas - derretidos como vidroLustra pe³ne krawêdzi - stopione jak szk³o
Sem forma na harmonia, profundidade na luz claraBez formy w harmonii, g³êbia w jasnym blasku
O céu cada vez mais pálido, ganha uma cor azuladaNiebo coraz bledsze, nabiera sinej barwy
E as estrelas ainda brilham sobre nósA gwiazdy wci¹¿ �wiec¹ nad nami
Sei que em breve o sol vai nascer de novoWiem, ¿e wkrótce znów wzejdzie s³oñce
Sentindo isso em arrepios, eu acordoCzuj¹c to w dreszczach budzê siê
O vento esculpe traços no rostoWicher rze�bi rysy na twarzy
E nuvens escuras estão no coração profanoA ciemne chmury s¹ w nie�wiêtym sercu
Como um longo inverno, assim é a luta pela vidaJak d³uga zima, tak walka o ¿ycie
Como um mundo escuro, assim há menos luzJak ciemny �wiat, tak mniej �wiat³o�ci
A noite é a casa do silêncio, a escuridão toca o destinoNoc domem milczenia, ciemnia dotyka losu
A lua derrete o vidro, dá luz à esperançaKsiê¿yc przetapia szk³o, daje �wiat³o�æ nadziei
E o pecador voa na galáxiaA grzeszny pielgrzym szybuje w galaktyce
E os espelhos não veem nada, tudo está paradoA lustra nic nie widz¹, wszystko stoi w miejscu
O reino do conhecimento já é inacessívelKrólestwo poznania jest ju¿ niedostêpne
E o pecador voa através dos anos-luzA grzesznik mknie przez lata �wietlne
E esses corações sofrem, e o sol não viveI cierpi¹ te serca, a s³oñce nie ¿yje
Toda a luz está morrendo, a alegria se esvai e a perda se aproxima...Ca³a �wiat³o�æ umiera, rado�æ schodzi i zguby nabiera ...
A noite está cheia de céu negroWieczór pe³en jest czarnego nieba
Sobre a terra branca está meu corpoNa bia³ej ziemi le¿y cia³o me
Envolto em um manto de sangue e suorSpowite w ca³un krwi i potu
Lá a morte dançou com a vidaTam z ¿yciem zatañczy³a �mieræ
Abro a boca para sentir seu gosto frioRozchylam usta by czuæ jej zimny smak
Um sopro, uma palavra, uma promessaJeden oddech, jedno s³owo, jedna obietnica
E assim preencho o espaço grandiosoI tak zape³niê przestrzeñ wielk¹
Porque a morte é sempre uma salvaçãoBo �mieræ jest zawsze wybawieniem
A estrela da vida na alta rochaGwiazda ¿ycia na wysokiej skale
Nos confins do mundo o sol já nasceNa krañcach �wiata s³oñce ju¿ wschodzi
Eu navego em glória em um barco para a terraOdp³ywam w chwale ³odzi¹ do krainy
Onde os deuses são novamente como irmãos e irmãs ...Gdzie bogowie znowu s¹ jak bracia i siostry ...



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