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Koo Koo

Arlecchino

Koo Koo

Fuck tha shit
A veces me imagino
Los colores del motivo
Los sonidos del sentido
El temor de mis latidos
El sabor de estar perdido
El placer que no consigo
Esa luz en lo prohibido
El dilema del delirio

Una búsqueda infinita
Del extraño que medita
Grita y miente se complica
Y del infierno se salpica
Y va tomando agua bendita
Porque sabe que esta letra
Brother nuca fue escrita

Y de repente estoy
Buscando la luz interior
Anterior a lo que soy, hoy, voy
Con las de perdedor
Las de perder para encontrarme
Poder sentir ese dolor
En el rojo de tus ojos
Fui encontrando ese sabor
Vos me enseñaste de la Luna
Yo te invitaba a ver el Sol
Endulzaste mis demonios
Despertaste a alguien mejor
Aunque quiera y ya no pueda
Me gustaba la traición

Enamorao' de lo complicao'
Ando disparando dispersando
Desencuentros encontrados
Y en un cuento encantando
Un encanto de otro mambo
Contra un sueño predicando
Sin soñar ya estoy soñando

Voy sanando tantos tangos y
Escapando del pecado
Estoy pecando mientras canto
No estoy enfermo estoy drogao'
Como un ciego despertando
Revelando los temores
De mirar para ambos lados

Y es que soy el ladrón que se robo el amanecer
Sobreviviendo siempre andaré
Voy escuchando a la Luna para no perder la fe
Siempre en tus ojos volveré a nacer

No pierdan la fe'
Que cuando canta el arlecchino estamos to' bendecio'

Sensación rítmica expansiva
Letra neta sensitiva
Mente léxica explosiva
Alma frágil redimida
Tantos versos sin salida
Y tantas almas tan perdidas
Que no entienden que este viaje
Es pa' curar toa' las heridas

Yo se muy bien que usted en la vida improvisa y que
Pa' mirar yo necesito su sonrisa
Ponga el toca disco que la vela está encendida
Y traiga ese vino que la noche está perdida

Acá no importa señorita como esté vestida
Tampoco con quien usted jugaba a la escondida
Lo que yo quiero es que sea desmedida y que
Toa' las noches sean noches de despedida

No le haga caso a este tonto que delira pero
Usted está a tiempo de poder salvar su vida
Traiga su plato, yo le sirvo la comida
Buen provecho, hasta mañana, Dios la bendiga

Koo Koo

Foda-se essa merda
Às vezes eu imagino
As cores do motivo
Os sons do sentido
O medo dos meus batimentos
O sabor de estar perdido
O prazer que não consigo
Aquela luz no proibido
O dilema do delírio

Uma busca infinita
Do estranho que medita
Grita e mente, se complica
E se salpica do inferno
E vai bebendo água benta
Porque sabe que essa letra
Irmão, nunca foi escrita

E de repente estou
Procurando a luz interior
Anterior ao que sou, hoje, vou
Com as de perdedor
As de perder para me encontrar
Poder sentir essa dor
No vermelho dos teus olhos
Fui encontrando esse sabor
Você me ensinou sobre a Lua
Eu te convidava para ver o Sol
Adoçou meus demônios
Despertou alguém melhor
Mesmo que eu queira e não possa mais
Eu gostava da traição

Apaixonado pelo complicado
Ando atirando, dispersando
Desencontros encontrados
E em um conto encantado
Um encanto de outro mundo
Contra um sonho pregando
Sem sonhar, já estou sonhando

Vou curando tantos tangos e
Escapando do pecado
Estou pecando enquanto canto
Não estou doente, estou drogado
Como um cego despertando
Revelando os medos
De olhar para ambos os lados

E é que sou o ladrão que roubou o amanhecer
Sobrevivendo, sempre andarei
Vou ouvindo a Lua para não perder a fé
Sempre nos teus olhos renascerei

Não percam a fé
Quando o arlequim canta, estamos todos abençoados

Sensação rítmica expansiva
Letra neta sensitiva
Mente léxica explosiva
Alma frágil redimida
Tantos versos sem saída
E tantas almas tão perdidas
Que não entendem que essa viagem
É para curar todas as feridas

Eu sei muito bem que você na vida improvisa e que
Para olhar, eu preciso do seu sorriso
Coloque o toca-discos, a vela está acesa
E traga esse vinho, a noite está perdida

Aqui não importa, senhorita, como está vestida
Tampouco com quem você brincava de esconde-esconde
O que eu quero é que seja desmedida e que
Todas as noites sejam noites de despedida

Não dê ouvidos a esse tolo que delira, mas
Você ainda está a tempo de poder salvar sua vida
Traga seu prato, eu sirvo a comida
Bom proveito, até amanhã, Deus te abençoe

Composição: Marcos Nahuel Villa