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Santo Domingo

Arlecchino

Letra

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Santo Domingo

Creció entre tangos en un barrio oscuro
Un par de pastis de la mamá
Un cigarrillo, una estampita, unos conjuros

El papa la despedía
Hija mía, se me cuida, sea siempre agradecida
Y nunca muestre sus heridas
Y allá iba esa bandida
La mirada perdida ya no tenía salida

Dispuesta a ganarse la vida
Una luz la protegía
Siempre andaba bendecida disparando en cada esquina

Se enamoró como cualquiera y traiciono su lealtad
Flores negras le llevaba, era un amor criminal
Seduce al mundo en silencio un poeta de la oscuridad
La soledad y la tristeza se pudieron

Lleno de sueños su cartera y se puso a rezar
El 38 en las caderas carga un swing ilegal
El corazón se le acelera y antes de disparar
Morir sin nada es mi destino a cambio de libertad

Su compañero que esa noche no volvía
Ella tenía miedo que alguien le robara su alegría
Lo habían traicionado un par de policías
Y el igual que Judas nunca supo que Jesús sabía

Una vez más quiero disparar
Santo domingo está de fiesta
El barrio va a bailar
Mi corazón no quiere parar
Morir sin nada es mi destino a cambio de libertad

Jp!

Santo domingo
Purgando vino
La vecina se pregunta
En donde fueron esos tiros
En el barrio hay varias dudas
La realidad es dura
Acá la gente siempre esta muda

Un rezo diario rogándole a algún santo
Que hoy no sea su hora
Por lo menos hoy no muera en vano
Rosario en mano
Si no vuelvo seré menos juzgado
Como siempre la culpa es del marginado

¿Cómo seguir sin perder?
Con lo que cuesta renacer
La suerte acá no sirve
Es hora de ir a casa otra vez
No sabía de perder
Sirenas y a correr
Lo condenaron antes de nacer

Larga sentencia
No entendí la secuencia
Pateaste demasiado y no encontraste la respuesta
Vereda opuesta
No es culpa nuestra
Las leyes están hechas para el que la inventa

Calle de tierra
Bandas en guerra
¿Como esperas sacarnos dentro de esta selva?
Abuelos rezan
Los pibes vuelan
No tengo tiempo para hacerte más promesas

Una vez más quiero disparar
Santo domingo está de fiesta
El barrio va a bailar
Mi corazón no quiere parar
Morir sin nada es mi destino a cambio de libertad

Arlecchino

En un asalto a mano armada
Se encontraron cara a cara
Disparándole a la muerte que esperaba ilusionada
Un paso en falso y terminaba la jugada
Ellos sabían que morían si el amor los traicionaba

Señorita por usted mato y muero
Déjeme decirle que en otra vida nos veremos
Y escapándole a su suerte se marchó ese guerrero
Y ella cantando esta canción se volvió para su gueto

Santo Domingo

Cresceu entre tangos em um bairro escuro
Um par de pastis da mãe
Um cigarro, uma estampinha, alguns feitiços

O pai a despediu
Minha filha, cuide-se, seja sempre grata
E nunca mostre suas feridas
E lá ia aquela bandida
O olhar perdido, sem saída

Disposta a ganhar a vida
Uma luz a protegia
Sempre andava abençoada, atirando em cada esquina

Ela se apaixonou como qualquer um e traiu sua lealdade
Levava flores negras, era um amor criminoso
Seduza o mundo em silêncio, um poeta da escuridão
A solidão e a tristeza se foram

Cheia de sonhos em sua carteira e começou a rezar
O 38 nas ancas carrega um swing ilegal
Seu coração acelera e antes de atirar
Morrer sem nada é meu destino em troca de liberdade

Seu parceiro que não voltava naquela noite
Ela tinha medo que alguém roubasse sua alegria
Ele havia sido traído por um par de policiais
E ele, assim como Judas, nunca soube que Jesus sabia

Mais uma vez, quero atirar
Santo Domingo está em festa
O bairro vai dançar
Meu coração não quer parar
Morrer sem nada é meu destino em troca de liberdade

Santo Domingo
Purgando vinho
A vizinha se pergunta
Onde foram esses tiros
No bairro há várias dúvidas
A realidade é dura
Aqui as pessoas sempre ficam caladas

Uma oração diária implorando a algum santo
Que hoje não seja sua hora
Pelo menos hoje não morra em vão
Terço na mão
Se eu não voltar, serei menos julgado
Como sempre, a culpa é do marginalizado

Como seguir sem perder?
Com o quanto custa renascer
A sorte aqui não serve
É hora de voltar para casa novamente
Não sabia perder
Sirenes e correr
Ele foi condenado antes de nascer

Sentença longa
Não entendi a sequência
Chutou demais e não encontrou a resposta
Caminho oposto
Não é nossa culpa
As leis são feitas para quem as inventa

Rua de terra
Gangues em guerra
Como você espera nos tirar desta selva?
Avós rezam
Os garotos voam
Não tenho tempo para fazer mais promessas a você

Mais uma vez, quero atirar
Santo Domingo está em festa
O bairro vai dançar
Meu coração não quer parar
Morrer sem nada é meu destino em troca de liberdade

Arlecchino

Em um assalto à mão armada
Eles se encontraram cara a cara
Atirando na morte que esperava ansiosamente
Um passo em falso e o jogo acabava
Eles sabiam que morreriam se o amor os traísse

Senhorita, por você eu mato e morro
Deixe-me dizer que nos veremos em outra vida
E fugindo de seu destino, aquele guerreiro partiu
E ela cantando essa música voltou para sua favela

Composição: Marcos Nahuel Villa / Julian Pereyra. Essa informação está errada? Nos avise.

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