Corazón y mente
Es igual que estar enamorado
nadie te dice si lo estas o no lo sabes
al 100 por 100, de la cabeza a los pies
[Madnass]
Creí estar sometido al olvido, para cupido,
tener prohibido caer herido por su flechazo,
creí que un solo sentido dominaba mis latidos,
hasta que fui bendecido por tus abrazos,
hoy me siento protegido entre tus brazos,
a tu lado no hay penas,
soy hombre lobo que en ti encuentra eterna luna llena, nena,
preso de tus cadenas siento plena libertad,
y verdad, es que ti solo tu ausencia me logra inquietar,
quiero verte en cada viñeta de mi historia,
y es que, contigo la vida, es menos ácida, y sabe a victoria,
tu trazas mi trayectoria en esta esfera,
y eso genera no temer a perder atado a ti una vida entera
[Lom-C]
Pero los sueños se acaban, y en mitad de los años
yo vivo aislado como un ermitaño, por el desengaño,
enganchado a esta droga como antaño,
es la soga que sujeta mi alma, y subir con calma, peldaños,
sufren daños por su fe, y deben mirar más allá,
suplen vidas por batallas, y estallan por la catástrofe,
años atrás toqué aquel cielo y te invoqué,
pasé semanas buscando un porqué desde miles de enfoques,
en forma esta mi mente, mi corazón a trozos,
son fragmentos de ilusiones, en pozos, que me hacen fuertes,
sé que existe un paraíso, sé que el cielo se puede pisar,
pero las luces que hoy divisas pueden eclipsar.
[Madnass]
Fue como la venganza, conquistó un corazón puro,
y edificó un muro, en forma de apariencia de un carácter duro,
que importaba el futuro,
con un pasado clavado,
que importaba el legado de mi nombre siendo un hombre atado al odio,
si dios no dio señales de existencia,
tampoco las pedí, solo creí en mi ciencia,
vi el amor como una esencia efímera,
en fin eras nuevas llegaron, rastros de corazones rotos,
a cambio de sexo liberar,
creyendo liberar mi mente y calmar mi mal,
obrando a veces de un modo menos racional, mas animal,
hasta que un talismán, me liberó de aquella hipnosis,
dos haches rompieron mi crisis, con sólo una mínima dosis
[Lom-C]
Después de aquel naufragio, mi frágil
corazón se refugio en un canto ágil,
que mi voz os contagió,
mi mente potente rugió, y no eligió un guión,
vine a escapar de tus normas,
es mi misión, mi religión,
quiero romper cadenas, que mis pies caminen libres,
quiero vivir en libros, junto a biblos en otros siglos,
lideres conducen cauces, son guerras sin pausas,
palabras que seducen sin causa, creando títeres,
la oscuridad creo mi luz, tu sociedad se que es la cruz,
envejeció esta juventud, no su virtud,
soy un escriba del templo, un alma que esquivo tu tiempo,
una vida prohibida que hizo valer el desaliento en esto.
"-Alguien que conocí escribió que abandonamos nuestros sueños por miedo a poder fracasar o peor aun por miedo a poder triunfar
- Esas palabras las llevan escritas en sus corazones, el final depende del principio"
[Lom-C]
Mi corazón es el que piensa,
mis manos escriben, la historias de un mundo en declive,
esa es mi recompensa, ser libre,
sentados junto a frases que son víveres,
mi alma se alimenta y dejo que mi cuerpo vibre,
hip hop mi gran amor,
el plan que nunca me dejó,
el clan que nunca se alejó,
el mundo que vive en mi espejo,
mis horas de amargura son consejos,
hip hop es mi cordura,
enfermedad sin cura, con las que os cortejo
fidelidad como refugio, y ser rehén, en este edén,
libertad que hallaste en tu sien,
son caricias para desquiciar,
y sueños que no logro alcanzar,
es la armadura con las que os protejo y me dejo llevar
[Madnass]
Pero no lejos pude observar crecer obstáculos,
fue el preámbulo, de oscuros capítulos,
ni como círculos, ajenos a estos vínculos,
ofrecían gloria como estímulo,
nunca vendí mi culo, a sus prostíbulos,
vi como mas de unos se confabulo, con el ridículo,
yo me oculte en un zulo, y hoy por sus cuellos deambulo,
hoy están inmersos en un eterno crepúsculo,
sufren en su patíbulo, sus errores de cálculo,
yo creo en mi destino sin oráculos,
en mi camino se cruzó la envidia quiso verme entre sus tentáculos,
huí gracias a un auto respeto mayúsculo,
yo y mi bolígrafo, a cada párrafo, activa sismógrafos
Coração e Mente
É igual a estar apaixonado
ninguém te diz se você está ou não sabe
100 por 100, da cabeça aos pés
[Madnass]
Acreditei estar preso ao esquecimento, para o cupido,
ter proibido cair ferido por seu flechazo,
achei que um único sentido dominava meus batimentos,
fins que fui abençoado pelos seus abraços,
hoje me sinto protegido entre seus braços,
a seu lado não há tristezas,
sou um homem lobo que em você encontra eterna lua cheia, neném,
prisioneiro de suas correntes sinto plena liberdade,
e a verdade é que só sua ausência me faz inquietar,
quero te ver em cada quadrinho da minha história,
e é que, com você a vida, é menos amarga, e sabe a vitória,
você traça minha trajetória nesta esfera,
e isso faz não temer perder atado a você uma vida inteira
[Lom-C]
Mas os sonhos se acabam, e no meio dos anos
eu vivo isolado como um eremita, por causa da desilusão,
ligado a essa droga como antigamente,
é a corda que segura minha alma, e subir com calma, degraus,
sofrem danos por sua fé, e devem olhar além,
substituem vidas por batalhas, e estouram pela catástrofe,
anos atrás toquei aquele céu e te invoquei,
passei semanas buscando um porquê de milhares de ângulos,
minha mente está em forma, meu coração em pedaços,
são fragmentos de ilusões, em poços, que me fazem fortes,
sé que existe um paraíso, sei que o céu pode ser pisado,
mas as luzes que hoje você vê podem ofuscar.
[Madnass]
Foi como a vingança, conquistou um coração puro,
e construiu um muro, na forma de aparência de um caráter duro,
que importava o futuro,
com um passado cravado,
que importava o legado do meu nome sendo um homem atado ao ódio,
se Deus não deu sinais de existência,
também não pedi, só acreditei na minha ciência,
vi o amor como uma essência efêmera,
no fim eram novas que chegaram, rastros de corações partidos,
a troca por sexo para liberar,
acreditando liberar minha mente e acalmar meu mal,
atuando às vezes de um modo menos racional, mais animal,
fins que um talismã, me libertou daquela hipnose,
duas haches romperam minha crise, com apenas uma mínima dose
[Lom-C]
Depois daquele naufrágio, meu frágil
coração se refugiou em um canto ágil,
que minha voz os contagiou,
minha mente potente rugiu, e não escolheu um roteiro,
vim escapar das suas normas,
esse é meu objetivo, minha religião,
quero quebrar correntes, que meus pés andem livres,
quero viver em livros, junto a biblos em outros séculos,
líderes conduzem cursos, são guerras sem pausas,
palavras que seduzem sem causa, criando fantoches,
a escuridão criou minha luz, sua sociedade sei que é a cruz,
envelheceu esta juventude, não sua virtude,
sou um escriba do templo, uma alma que esquivou seu tempo,
uma vida proibida que fez valer o desânimo nisso.
"-Alguém que conheci escreveu que abandonamos nossos sonhos por medo de poder fracassar ou pior ainda por medo de poder triunfar
- Essas palavras estão escritas em seus corações, o final depende do princípio"
[Lom-C]
Meu coração é o que pensa,
minhas mãos escrevem, as histórias de um mundo em declínio,
essa é minha recompensa, ser livre,
sentados junto a frases que são víveres,
minha alma se alimenta e deixo meu corpo vibrar,
hip hop meu grande amor,
o plano que nunca me deixou,
o clã que nunca se afastou,
o mundo que vive no meu espelho,
minhas horas de amargura são conselhos,
hip hop é minha sanidade,
uma doença sem cura, com a qual eu cortejo
fidelidade como refúgio, e ser refém, neste edên,
liberdade que você encontrou em sua têmpora,
são carícias para desquiciar,
e sonhos que não consigo alcançar,
és a armadura com a qual os protejo e me deixo levar
[Madnass]
Mas não longe pude observar crescer obstáculos,
foi o preâmbulo, de capítulos obscuros,
nem como círculos, alheios a esses vínculos,
ofereciam glória como estímulo,
nunca vendi meu corpo, a seus prostíbulos,
vi como mais de um se confabulou, com o ridículo,
eu me escondi em um esconderijo, e hoje por seus pescoços deambulo,
hoje estão imersos em um eterno crepúsculo,
sofrem em seu patíbulo, seus erros de cálculo,
eu acredito em meu destino sem oráculos,
no meu caminho cruzou-se a inveja quis me ver entre seus tentáculos,
fugi graças a um auto respeito maiúsculo,
eu e minha caneta, a cada parágrafo, ativa sismógrafos.