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Fábrica de Memória

Armamentales

Fabrica de Memorias

Vimos destruccion humana, causadas por el fuego de las balas de la armada
Vimos desunion ciudadana, mescladas con el miedo por la sangre derramada
Vimos de tu voz una traba, clavadas en la memoria como historias no contadas
Vimos expulcion forsada, clavadas en la nostalgia de una lucha que no para

En lo profundo de cada conciencia descansa el perdon
No alcanza con poder pedirlo, sentirlo es mejor
El alma vuela, dios no castiga el hombre si
Matando o arrancando las raices de un pais
Masacrando la opresion con un martillo y la oz
Va marchando sumergido descargando rencor
Va safando movimiento atentando institucion
La doctrina activa el cambio con coctel de molotov
Epocas de plomo el infierno y la cencura
Son las marcas inborrables que recuerda la amargura
En una dura dictadura el misterio de una guerra
Que dejaron tantas fotos, como cuerpos bajo tierra

Acto de lesa humanidad no comparto estoy arto del crimen del gobierno defacto
Defacto con la triple a, contactos de la impunidad
Picanas que mutilan inocentes en la oscuridad
Pintaron homicidios, quemaron documentos
En los centros clandestinos, suplicaban los tormentos
Las heredias de un pais no solo sanan con el tiempo
Mucho menos si mentiras, tardan un golpe violento
Instalaron el terror, cencuraron los derechos
Clausuraron pensamientos, con los valores desechos
Dejaron a la nacion, sin opinion sobre los hechos
Su mision abre racion, los asesinos siguen sueltos
Los asesinos siguen sueltos, sueltos
Argentina no se olvida, nunca, hoy ahi muchos juicios que no estan resueltos

Vimos destruccion humana, causadas por el fuego de las balas de la armada
Vimos desunion ciudadana, mescladas con el miedo por la sangre derramada
Vimos de tu voz una traba, clavadas en la memoria como historias no contadas
Vimos expulcion forsada, clavadas en la nostalgia de una lucha que no para

Las marcas del poder hoy te quieren atar
Ahi que atacar al punto devil pero con la verdad
Existe pruebas y suceso del proceso del mal
Que los jurados es un receso que no quiere acabar
La impunidad posa su peso sobre la humanidad
Miles de presos sin brutal exeso de autoridad
Por las masacres y desastres nunca voy a olvidar
El desconsuelo de esas madres que lloran sin descansar
Fotos y videos hoy fabrican la memoria, 30mil que ya no estan permanecen en la historia
La nostalgia de luchar con burocracia y el estado
Es la magia de ganar el futuro con el pasado
Represion, estorcion muerte como resultado
Son alumnos de la manifestacion contra soldados
De esos chicos rebelaron los secretos del pasado
Se oyen gritos implorar por un boleto secundario
Genocidios, los exilios la tortura sin gula
Escondidos y con miedo una locura reflexion
Los milicos que defiende la nacion la poblacion
Son autores de una pagina escrita con el dolor
Tomaron la rosada uniformados al frente
Regalaron las malvinas mataron adolecentes
Limpiaron la ciudad con el que asesina las esquinas
Mientras la argentina gritaba goles kempes

Vimos destruccion humana, causadas por el fuego de las balas de la armada
Vimos desunion ciudadana, mescladas con el miedo por la sangre derramada
Vimos de tu voz una traba, clavadas en la memoria como historias no contadas
Vimos expulcion forsada, clavadas en la nostalgia de una lucha que no para

Fábrica de Memória

Vimos a destruição humana, causada pelo fogo das balas da marinha
Vimos a desunião do cidadão, misturada com medo do sangue do galpão
Vimos em sua voz um bloqueio, pregado na memória, como histórias não contadas
Vimos uma expulsão forçada, presa na nostalgia de uma luta que não pára

Nas profundezas de cada consciência repousa o perdão
Não basta pedir, sentir que é melhor
A alma voa, Deus não castiga o homem se
Matando ou arrancando as raízes de um país
Massacrando a opressão com um martelo e uma onça
Vá marchando rancor de descarga submersa
Afastando-se da instituição
A doutrina ativa a mudança com cocktail molotov
Tempos de chumbo, inferno e cinza
São marcas indeléveis que recordam a amargura
Numa forte ditadura, o mistério de uma guerra
Eles deixaram tantas fotos, como os corpos subterrâneos

Ato de ferimento para a humanidade Eu não compartilho Eu sou arto do crime do governo de fato
Defacto com o triplo a, contatos de impunidade
Bocais mutilantes inocentes no escuro
Eles pintaram homicídios, documentos queimados
Em centros clandestinos, eles pediram os tormentos
As heranças de um país não só curam com o tempo
Muito menos se mentir, dar um golpe violento
Eles instalaram o terror, restringiram os direitos
Eles fecharam pensamentos, com os valores de detritos
Eles deixaram a nação sem opinião sobre os fatos
Sua missão abre ração, os assassinos ainda estão soltos
Os assassinos ainda estão soltos, solto
A Argentina não é esquecida, nunca, hoje há muitos julgamentos que não são resolvidos

Vimos a destruição humana, causada pelo fogo das balas da marinha
Vimos a desunião do cidadão, misturada com medo do sangue do galpão
Vimos em sua voz um bloqueio, pregado na memória, como histórias não contadas
Vimos uma expulsão forçada, presa na nostalgia de uma luta que não pára

As marcas de poder hoje querem amarrar você
Lá eu ataque o ponto do diabo, mas com a verdade
Há evidências e acontecimentos do processo do mal
Que o júri é um recesso que não quer acabar
A impunidade coloca seu peso na humanidade
Milhares de prisioneiros sem exesto brutal de autoridade
Para massacres e desastres, nunca esquecerei
O sofrimento das mães que choram sem descanso
Fotos e vídeos hoje fazem memória, 30 mil que não permanecem mais no histórico
A nostalgia de lutar com burocracia e o estado
É a magia de ganhar o futuro com o passado
Repressão, morte como resultado
São estudantes da manifestação contra soldados
Destes meninos rebelaram os segredos do passado
Você ouve gritos imploram por um ingresso secundário
Genocídios, exilados torturam sem ganância
Escondido e com medo de um reflexo de loucura
A milícia que defende a nação a população
Eles são autores de uma página escrita com dor
Eles levaram o uniforme rosa na frente
Eles deram os javali que mataram adolescentes
Eles limparam a cidade com a qual ele mata os cantos
Enquanto a Argentina gritava metas kempes

Vimos a destruição humana, causada pelo fogo das balas da marinha
Vimos a desunião do cidadão, misturada com medo do sangue do galpão
Vimos em sua voz um bloqueio, pregado na memória, como histórias não contadas
Vimos uma expulsão forçada, presa na nostalgia de uma luta que não pára