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É Questão de Costume

Armando Manzanero

Es Cuestión de Costumbre

Es cuestión de costumbre retomar la vida de tiempos pasados
Cuando tú no existías ni había costumbre de andar embanados

Me llegaste muy hondo, en el alma hasta el fondo
Más llegado el momento que emprendas el vuelo y me quede solo

Es cuestión de costumbre que el día comience y no hablarte temprano
Que la mañana empiece que extiende mi brazo y no encuentre tu mano
Es cuestión de costumbre, ajustarme a esta vida
Donde sé que por siempre el tiempo que dure sangrará mi herida

Es cuestión de costumbre, de que yo me acostumbre
Que si mía tú fuiste y todo me diste o no me escogiste
Es cuestión de costumbre, de que yo me acostumbre
Que no vas de mi brazo, que sigo un fracaso, pues yo me acostumbré

Es cuestión de costumbre, de que yo me acostumbre
Que si mía tú fuiste y todo me diste o no me escogiste
Es cuestión de costumbre, de que yo me acostumbre
Que no vas de mi brazo, que sigo un fracaso, pues yo me acostumbré

No hay mal que dure cien años, ni cuerpo que lo resista, por Dios
Contigo o sin ti, verás cómo voy a vivir
Estoy caído pero un tiempo pudiendo caminar, por Dios

Es cuestión de costumbre retomar la vida de tiempos pasados
Cuando tú no existías ni había costumbre de andar embanados

Me llegaste muy hondo, en el alma hasta el fondo
Más llegado el momento que emprendas el vuelo y me quede solo

Es cuestión de costumbre que el día comience y no hablarte temprano
Que la mañana empiece que extiende mi brazo y no encuentre tu mano
Es cuestión de costumbre, ajustarme a esta vida
Donde sé que por siempre el tiempo que dure sangrará mi herida

Es cuestión de costumbre, de que yo me acostumbre
Que si mía tú fuiste y todo me diste o no me escogiste
Es cuestión de costumbre, de que yo me acostumbre
Que no vas de mi brazo, que sigo un fracaso, pues yo me acostumbré

Es cuestión de costumbre, de que yo me acostumbre
Que si mía tú fuiste y todo me diste o no me escogiste
Es cuestión de costumbre, de que yo me acostumbre
Que no vas de mi brazo, que sigo un fracaso, pues yo me acostumbré

Deja que yo me acostumbre a vivir sin ti, nena mía
Que cuando duerma no vuelva a soñarte nunca más, por favor
Ya verás cómo me voy a levantar no lo vas a creer

É Questão de Costume

É questão de costume retomar a vida de tempos passados
Quando você não existia nem havia costume de andar enrolado

Você me tocou bem fundo, na alma até o fundo
Mas chega o momento que você vai embora e eu fico sozinho

É questão de costume que o dia comece e eu não fale com você cedo
Que a manhã comece, que eu estenda meu braço e não encontre sua mão
É questão de costume, me ajustar a esta vida
Onde sei que para sempre o tempo que durar sangrará minha ferida

É questão de costume, de que eu me acostume
Que se você foi minha e tudo me deu ou não me escolheu
É questão de costume, de que eu me acostume
Que você não vai do meu lado, que continuo um fracasso, pois eu me acostumei

É questão de costume, de que eu me acostume
Que se você foi minha e tudo me deu ou não me escolheu
É questão de costume, de que eu me acostume
Que você não vai do meu lado, que continuo um fracasso, pois eu me acostumei

Não há mal que dure cem anos, nem corpo que aguente, por Deus
Com você ou sem você, verá como vou viver
Estou caído mas um tempo podendo caminhar, por Deus

É questão de costume retomar a vida de tempos passados
Quando você não existia nem havia costume de andar enrolado

Você me tocou bem fundo, na alma até o fundo
Mas chega o momento que você vai embora e eu fico sozinho

É questão de costume que o dia comece e eu não fale com você cedo
Que a manhã comece, que eu estenda meu braço e não encontre sua mão
É questão de costume, me ajustar a esta vida
Onde sei que para sempre o tempo que durar sangrará minha ferida

É questão de costume, de que eu me acostume
Que se você foi minha e tudo me deu ou não me escolheu
É questão de costume, de que eu me acostume
Que você não vai do meu lado, que continuo um fracasso, pois eu me acostumei

É questão de costume, de que eu me acostume
Que se você foi minha e tudo me deu ou não me escolheu
É questão de costume, de que eu me acostume
Que você não vai do meu lado, que continuo um fracasso, pois eu me acostumei

Deixa que eu me acostume a viver sem você, minha menina
Que quando eu dormir não volte a sonhar com você nunca mais, por favor
Já verá como vou me levantar, você não vai acreditar

Composição: Raman (Mx 1) A V