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Adúltera

Arnulfo Jr.

Adúltera

Bonita como flor de mayo al despertar la aurora
Adúltera como ninguna pero encantadora
Mujer de todos y de nadie, ardiente como el Sol de abril
Juzgada por el pueblo entero
Pero a sus encantos también me rendí

Las damas de la sociedad la ven como un peligro
Comentan que trae tentaciones para sus maridos
La juzgan peor que al mismo diablo
Montón de viejas arguenderas
Quién que este libre de pecado
Bueno pues que tire la primera piedra

Hoy van a juzgarme a las buenas mujeres
Porque le canto a la adultera mala
A la que asqueada de olvidos no quiso
Pasar más frios en la madrugada

No, no la crítico no vine a juzgarla
Si hay un perfecto adelante que hable
Yo solo vine a decir en mi canto
Si hay adúlteras hay un culpable

Las damas de la sociedad la ven como un peligro
Comentan que trae tentaciones para sus maridos
La juzgan peor que al mismo diablo
Montón de viejas arguenderas
Quién que este libre de pecado
Bueno pues que tire la primera piedra

Hoy van a juzgarme a las buenas mujeres
Porque le canto a la adultera mala a la que asqueada de olvidos
No quiso pasar más frios en la madrugada

No, no la crítico no vine a juzgarla si hay un perfecto adelante que hable
Yo solo vine a decir en mi canto
Si hay adúlteras hay un culpable

Adúltera

Linda como uma flor de maio quando o amanhecer desperta
Adúltero como nenhum outro, mas encantador
Mulher de todos e de ninguém, queimando como o sol de abril
Julgado por toda a cidade
Mas também me rendi aos seus encantos

As senhoras da sociedade a veem como um perigo
Comentam que isso traz tentações para seus maridos
Eles a julgam pior do que o próprio diabo
Bando de velhos argumentadores
Quem está livre do pecado
Bem, deixe-me atirar a primeira pedra

Hoje as boas mulheres vão me julgar
Porque eu canto para a má adúltera
Para aquele que, enojado com o esquecimento, não quis
Fica mais frio no início da manhã

Não, não, crítica, não vim julgá-la
Se existe um atacante perfeito que fala
Eu só vim dizer na minha música
Se há adúlteras há um culpado

As senhoras da sociedade a veem como um perigo
Comentam que isso traz tentações para seus maridos
Eles a julgam pior do que o próprio diabo
Bando de velhos argumentadores
Quem está livre do pecado
Bem, deixe-me atirar a primeira pedra

Hoje as boas mulheres vão me julgar
Porque eu canto para a má adúltera que tem nojo do esquecimento
Ele não queria sentir mais frio no início da manhã

Não, não, o crítico não veio julgá-la se tem uma pessoa perfeita pela frente que fala
Eu só vim dizer na minha música
Se há adúlteras há um culpado

Composição: Manuel Eduardo Toscano, Manuel Toscano