395px

A Terra da Memória

Ars Amandi

La Tierra Del Recuerdo

En tiempos perdidos la lluvia llegaba a ser
la cruz de un camino marcado a placer.
Dominios perdidos, vencidos por la avidez,
fue tierra de nadie después de morir.

El puente del diablo regaba tu oscuridad,
desde el azoguejo brillaba el saber,
el llanto de un niño anunciaba tu porvenir,
leyendas que abrían los ojos del bien.

Luce en la timidez de yu rincón
un viejo recuerdo que mora en tu piel.
No hay desidia, pues estoy junto a ti
mirando con ojos que ven el Sol salir.

Llorarás una vez más,
sonreirás con calma, con fe,
brillarás como el cristal,
con transparencia, con limpidez.

El monte vigila guardando tu corazón,
el pueblo agradece que estés junto a él.
Los viejos caminos andados se olvidarán
y en campos labrados se oirá algún cantar.

Revoluciones recordarás
que fueron cayendo, que fueron verdad.
Viejas dulzainas te hicieron bailar
a ritmo de libertad, con alma de paz.

A Terra da Memória

Em tempos perdidos a chuva vinha a ser
a cruz de um caminho marcado a prazer.
Domínios perdidos, vencidos pela avareza,
foi terra de ninguém depois de morrer.

A ponte do diabo regava sua escuridão,
desde o azulejo brilhava o saber,
o choro de uma criança anunciava seu futuro,
legendas que abriam os olhos do bem.

Brilha na timidez do seu canto
uma velha lembrança que mora em sua pele.
Não há desânimo, pois estou ao seu lado
olhando com olhos que veem o Sol nascer.

Você vai chorar mais uma vez,
você vai sorrir com calma, com fé,
você vai brilhar como o cristal,
com transparência, com clareza.

A montanha vigia guardando seu coração,
o povo agradece por você estar com ele.
Os velhos caminhos percorridos serão esquecidos
e em campos cultivados se ouvirá algum canto.

Revoluções você vai lembrar
que foram caindo, que foram verdade.
Velhas dulzainas te fizeram dançar
a ritmo de liberdade, com alma de paz.

Composição: