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A Tempestade do Prazer

Ars Amandi

La Tormenta Del Placer

Me sugiero un poco de valor
que a tientas apague el bravío furor.
Mil demonios agitan temor,
me turban, me ahogan hasta la extenuación.

Que la niebla que anida en mi interior
me abandone y regrese la orientación.
Animal sin riendas, bozal ni collar,
desbocado, asustado, tal vez sin errar.

El trepidar de afilados dientes
que no muerden ni hieren,
te hacen soñar mientras nace el instinto.
Quiere salir y no puede,
quere vivir y no duerme.
Golpea con fuerza para unirme a tí.

Que mis manos te hagan reír,
que hasta mi empuje te haga gemir.
Que mi gozo sea el tuyo también.
Sabes muy bien lo que quiero oir.

La ilusión verdadera ha llegado a su fin,
sólo espero que vuelva y me incite a vivir,
que me abrace, me bese, que me haga feliz.
Todos esos momentos con los que aprendí.

A Tempestade do Prazer

Me sugiro um pouco de coragem
que às cegas apague a fúria brava.
Mil demônios agitam o medo,
me perturbam, me afogam até a exaustão.

Que a névoa que habita em mim
me abandone e traga de volta a direção.
Animal sem rédeas, sem focinheira ou colar,
descontrolado, assustado, talvez sem errar.

O tremor de dentes afiados
que não mordem nem ferem,
te fazem sonhar enquanto nasce o instinto.
Quer sair e não consegue,
quer viver e não dorme.
Bate com força pra se unir a ti.

Que minhas mãos te façam rir,
que até meu empurrão te faça gemer.
Que minha alegria seja a sua também.
Você sabe muito bem o que quero ouvir.

A verdadeira ilusão chegou ao fim,
só espero que volte e me incite a viver,
que me abrace, me beije, que me faça feliz.
Todos aqueles momentos com os quais aprendi.

Composição: