The Promise Of Never
To celebrate the guilt (the lies of whispering shadows)
And tattoo their words upon your ever-scarring flesh.
(Beaten, reject, follow)
To make believes there is no guilty, to wield the liar's dagger,
And clasp his hand to celebrate the countless unborn bastards.
To praise the guilt some more, in the eyes of the fallen.
Embracing the swine, this foreplay strangulation.
(Beaten, reject, hollow)
Though your disease is ever mine, I give you diamonds.
And in an act to seal the oath, I gave you roses, be careful of the thorns.
In your eyes I saw the end, and these were your words, the promise of never.
Still in denial of the fact that our feeling dissolve.
I took your evil skin away with the blade of the liar's dagger,
And clasped your hand to celebrate your vile unborn bastard.
A Promessa do Nunca
Pra celebrar a culpa (as mentiras das sombras sussurrantes)
E tatuar suas palavras na sua pele que nunca para de cicatrizar.
(Batido, rejeitado, siga)
Pra fazer de conta que não há culpa, empunhar a adaga do mentiroso,
E apertar sua mão pra celebrar os inúmeros bastardos não nascidos.
Pra louvar a culpa mais uma vez, nos olhos dos caídos.
Abraçando o porco, essa estrangulação de preliminares.
(Batido, rejeitado, vazio)
Embora sua doença seja sempre minha, eu te dou diamantes.
E em um ato pra selar o juramento, te dei rosas, cuidado com os espinhos.
Nos seus olhos eu vi o fim, e essas foram suas palavras, a promessa do nunca.
Ainda em negação do fato de que nosso sentimento se dissolve.
Eu tirei sua pele maligna com a lâmina da adaga do mentiroso,
E apertei sua mão pra celebrar seu vil bastardo não nascido.