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Te Recordo

Artpheus

Tu Recuerdo

Ahh
Hay veces que te recuerdo y me pongo melancólico
Cambia mi mirada, todo se torna caótico
Lo que paso dolió fue terrible
Y de verdad me he dado cuenta que lo que no duele no sirve

Tanto así que me mata que me carcome vivo
Una maldita angustia que ni sé cómo diablo la escribo
Un desahogo de mi corazón podrido
Un laberinto distópico, estoy perdido

Luego de todos esos momentos que vivimos
Los besos, los gemidos que aceleraban los latidos
Las promesas, los planes y otras cosas que no nombro
Construimos rascacielos y hoy lloramos entre los escombros

Esta canción es producto de la sensibilidad que me acompaña
Pero en verdad que la escribí con rabia
Con ganas de maldecirte y maldecirme
A mí por estúpido y a ti por cobarde ahh

Porque fueron muchas las veces que traté
Yo sé que fallé, pero creo que me gané
Otra oportunidad ya que hay peores
Pero quien coño no se reivindica y se arrepiente de sus errores

Estoy tan jodido del pecho que no califico como donante
Mi corazón esta desecho
Podríamos haber hecho historia
Pero lamentablemente los cobardes no hacen historia

No estoy seguro si tus palabras tenían sinceridad
Porque para mí lo dabas todo, esa era mi realidad ahh
Lo que alimente mi remordimiento
Ya que a veces pienso que tal vez nunca fue cierto

Y todo porque hoy no estamos juntos reflexiona mi alma
Como la vida es corta y la muerte es larga
Los mejores placeres son efímeros so por lo menos
Lo que no duró para siempre fue porque fue muy bueno ahh

Irónicamente único consuelo que me acompaña en este puto duelo
Diablos coño pero que consuelo
Es como despertar en el infierno
Luego de haber soñado en el cielo

Ya no más flores, no más frases, no más detalles
Ya no más viajes, no más mensajes
Ya no más celos por nadie, no más desvelos
No más apodos, no más te quieros

Te Recordo

Ahh
Tem vezes que eu te lembro e fico melancólico
Muda meu olhar, tudo se torna caótico
O que passou doeu, foi terrível
E de verdade percebi que o que não dói não serve

Tanto assim que me mata, que me consome vivo
Uma maldita angústia que nem sei como diabo escrevo
Um desabafo do meu coração podre
Um labirinto distópico, estou perdido

Depois de todos aqueles momentos que vivemos
Os beijos, os gemidos que aceleravam os batimentos
As promessas, os planos e outras coisas que não nomeio
Construímos arranha-céus e hoje choramos entre os escombros

Essa canção é fruto da sensibilidade que me acompanha
Mas na verdade eu escrevi com raiva
Com vontade de te amaldiçoar e me amaldiçoar
A mim por estúpido e a ti por covarde ahh

Porque foram muitas as vezes que tentei
Eu sei que falhei, mas acho que mereci
Outra oportunidade, já que há piores
Mas quem diabos não se redime e se arrepende dos seus erros

Estou tão fodido do peito que não sirvo como doador
Meu coração está desfeito
Poderíamos ter feito história
Mas infelizmente os covardes não fazem história

Não tenho certeza se suas palavras tinham sinceridade
Porque para mim você dava tudo, essa era minha realidade ahh
O que alimenta meu remorso
Já que às vezes penso que talvez nunca foi verdade

E tudo porque hoje não estamos juntos, reflete minha alma
Como a vida é curta e a morte é longa
Os melhores prazeres são efêmeros, então pelo menos
O que não durou para sempre foi porque foi muito bom ahh

Ironia, único consolo que me acompanha nesse puto luto
Diabos, mas que consolo
É como acordar no inferno
Depois de ter sonhado no céu

Chega de flores, chega de frases, chega de detalhes
Chega de viagens, chega de mensagens
Chega de ciúmes por ninguém, chega de insônias
Chega de apelidos, chega de eu te amo

Composição: Artpheus