Caldo de Cana Poesia
As Januárias
Eita, que quando a gente se junta
O forró se agiganta
Do jeito que eu queria
Eita, que a gente se encontra
Carregando a nação
Caldo de Cana e poesia
Quem vem lá, quem vem lá do sertão
No forró levantando poeira
Chinelo arrastando no chão
Vem simbora entrar na brincadeira
Dos poros sai a poesia, do mote sai verso e refrão
As meninas caindo na folia
Quem vem lá, quem vem lá
Do Sertão
Quem vem lá, quem vem lá balançando o chapéu colorido de fita
Chinelo no chão cirandando, faz a brincadeira bonita
Dos poros sai a poesia, dos canaviais vem a sorte
As meninas caindo na folia
Quem vem lá, quem vem lá
Da Mata Norte



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