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O Jogador

Asesinos Cereales

El jugador

Voy a contar lo que pasó
Era una noche de calor
Me puse el traje y me afeité
Subí a mi auto y así marché

Paré en un viejo callejón
Y en eso un hombre se me acercó (y dijo)
Bienvenido usted señor
Al casino clandestino

Di un par de vueltas por el lugar
Hasta encontrar donde estaba el bar
Tomé unas copas, así arranqué
Busqué una mesa y me senté

Jugando al poker todo empezó
Ni se imaginan lo que ocurrió
Cambié dos cartas y sepan que
Faltaba un as, sobraba un rey

Y todo se pudrió
El juego no salió
Que vida tan cruel
Como es que fui a perder

Volví a la carga con más valor
En la ruleta soy un campeón
Me dieron fichas por unos cien
Pedí otro y me emborraché

Mirando al cielo le supliqué
Y a todo o nada me la jugué
Aposté al negro y no quise ver
Me cantan cero volví a perder

Y todo se pudrió
La suerte no cambió
Nunca más volveré
No volveré a caer

Vuelvo a jugar vuelvo a apostar
Mi vida entera en el azar
No hay salvación para este mal
No hay como escapar

Como alguien dijo no hay dos sin tres
Me fui derecho al cajero express
Quise revancha y como lo ves
Saqué la plata del alquiler

Buscando suerte me fui al black jack
Nadie quedaba ya en el lugar
Y al ver las cartas que me venían
Me jugué todo lo que tenía

Y todo se pudrió
La carta me falló
Sumaron veintitrés
Y asi volví a perder

Vuelvo a jugar vuelvo a apostar
Mi vida entera en el azar
No hay salvación para este mal
No hay como escapar

O Jogador

Vou contar o que rolou
Era uma noite quente
Coloquei o terno e me barbeei
Entrei no meu carro e assim fui

Parei em um beco antigo
E então um cara se aproximou (e disse)
Bem-vindo, senhor
Ao cassino clandestino

Dei umas voltas pelo lugar
Até achar onde estava o bar
Bebi umas, assim comecei
Procurei uma mesa e me sentei

Jogando pôquer tudo começou
Nem imaginam o que rolou
Troquei duas cartas e saibam que
Faltava um ás, sobrava um rei

E tudo se complicou
O jogo não rolou
Que vida tão cruel
Como fui perder

Voltei à carga com mais coragem
Na roleta sou um campeão
Me deram fichas por uns cem
Pedi mais e me embriaguei

Olhando pro céu, eu implorei
E tudo ou nada eu arrisquei
Apostei no preto e não quis ver
Cantaram zero, voltei a perder

E tudo se complicou
A sorte não mudou
Nunca mais voltarei
Não vou cair de novo

Volto a jogar, volto a apostar
Minha vida inteira no azar
Não há salvação pra esse mal
Não tem como escapar

Como alguém disse, não há dois sem três
Fui direto pro caixa rápido
Quis revanche e como você vê
Tirei a grana do aluguel

Buscando sorte, fui pro blackjack
Ninguém mais estava no lugar
E ao ver as cartas que vieram
Aposte tudo que eu tinha

E tudo se complicou
A carta me falhou
Somaram vinte e três
E assim voltei a perder

Volto a jogar, volto a apostar
Minha vida inteira no azar
Não há salvação pra esse mal
Não tem como escapar