Fandens Mælkebøtte
I Tors Lysskær
grønnes Kaos
ved Myriadens Stiernehær
I Menneskens Huus,
slaaes nu Rod,
som en Gave fra Promethevs;
Jeg priser dig, Mælkebøtte
Skyll nu over mig
mod Plage og Sygdom
Spir og gro,
af Lysets Ve,
ligesom Fanden selv
Op med Helvedsmagt,
Skærsild gul,
Op!, op!, i al din Pragt;
blot slig Skønhed
og blot hin alene
kan stadig vares ved
Vi priser dig, Mælkebøtte
Skyll nu over os
mod Hunger og Nød
Spir og gro, af Lysets Føde,
ligesom Fanden selv
For trædet Skanken
og forsmædelig Fod
staaer du lige ranken
Først skærsildgul,
saa kiøldenshvid,
ligesaa i Iordens Bul
Under hvide Vinger bæres,
i enske Evighedens Traa,
gennem Stængelen Mælken gæres
til, tusind Diævelyngel smaae
Selv mod Ædder og Hakke
og mod Tidseliern
vil du ei sakke,
men du, til evig Tid,
skal staae som Vink
til Menneskens lid
Mod takked Rand,
mod Løvens Tand,
skal Sinder knuges;
af Skærsilds Blom
drives Lutring, drives Liv,
saa Freden holdes tom
Under hvide Vinger bæres,
i enske Evighedens Traa,
gennem Stængelen Mælken gæres
til, tusind Diævelyngel smaae
I Kosmos, en Streg,
Ordenen bugnes deraf
--et Kaoskræfters Pek:
i Vansindets Have
forvolder Udkrudtet
Tugten sig at tave
Jeg priser dig, Mælkebøtte
Skyll nu over mig
mod Plage og Sygdom
Spir og gro,
af Lysets Ve,
ligesom Fanden selv
Leite de Dente-de-leão
No Brilho de Thor
caos verde
pelas Trilhas do Exército de Estrelas
Na Casa dos Humanos,
agora se planta,
como um Presente de Prometeu;
Eu te louvo, Dente-de-leão
Desça agora sobre mim
contra a Praga e a Doença
Brote e cresça,
da Estrada da Luz,
como o próprio Capeta
Levante com poder infernal,
Chama amarela,
Levante!, levante!, em toda a sua Glória;
só essa Beleza
e só ela sozinha
pode ainda ser preservada
Nós te louvamos, Dente-de-leão
Desça agora sobre nós
contra Fome e Necessidade
Brote e cresça, da Comida da Luz,
como o próprio Capeta
Por pisar no Calcanhar
e por pé desprezível
você se mantém ereta
Primeiro chama amarela,
depois branca como a neve,
também na Profundidade da Terra
Sob asas brancas é carregada,
na Eternidade de um só,
guardando o Leite pelo Talho
para, mil Pequenos Diabos
Mesmo contra a Cobra e a Foice
e contra o Tempo
você não vai ceder,
mas você, para a eternidade,
permanecerá como um Sinal
para o sofrimento humano
Contra a borda agradecida,
contra o Dente do Leão,
serão os Pecados esmagados;
com a Flor da Chama
se impulsiona a Purificação, se impulsiona a Vida,
assim a Paz se mantém vazia
Sob asas brancas é carregada,
na Eternidade de um só,
guardando o Leite pelo Talho
para, mil Pequenos Diabos
No Cosmos, uma Linha,
a Ordem se curva a partir disso
--um Sinal das Forças do Caos:
no Jardim da Loucura
o mato provoca
que a Disciplina se torne um fardo
Eu te louvo, Dente-de-leão
Desça agora sobre mim
contra a Praga e a Doença
Brote e cresça,
da Estrada da Luz,
como o próprio Capeta