Mourou no Mori no Ringo
めいろをぬけたさきには
Meiro wo nuketa saki ni wa
きれいなもりがひろがってるとしんじてた
Kirei na mori ga hirogatteru to shinjiteta
めいろにとじこめたまま
Meiro ni toji kometa mama
すすむあしあとしだいにかきけされていった
Susumu ashiato shidai ni kakikesareteitta
しあわせちかづいていっぽあとずさりした
Shiawase chikadzuite ippo atodzusari shita
ぼくらはうまれつきえんりょがちでおくびょう
Bokura wa umare tsuki enryo gachi de okubyou
めのまえにあらわれたまぼろしでも
Me no mae ni arawareta maboroshi demo
ひていしてたおさないひのゆめもわすれて
Hitei shiteta osanai hi no yume mo wasurete
あのころのあこがれのまほうづかいにあえなくて
Ano koro no akogare no mahou zukai ni aenakute
きづけばいつのまにおとなになったんだろう
Kizukeba itsu no mani otona ni nattan darou?
いつか」ととおいことときめつけた
"Itsuka" to tooi koto to kimetsuketa
あかるいはずの未来が
Akarui hazu no mirai ga
いま」としったときなにができるだろう
"Ima" dato shitta toki nani ga dekiru darou
きずつきすわりこんでも(かならず
Kizutsuki suwarikonde mo (kanarazu)
ときがいたみをいやすだろうくりかえす
Toki ga itami wo iyasu darou kurikaesu
あいまいなきおくだから(もうろうにゆれ
Aimai na kioku dakara (mourou ni yure)
とうめいだったわたしにいろをつけていく
Toumei datta watashi ni iro wo tsukete yuku
まださきいまはまだ...あしをとめるまいにち
Mada saki ima wa mada... Ashi wo tomeru mainichi
たんにんにきびしくじぶんにあまいしょうぶん
Tan nin ni kibishiku jibun ni amai shoubun
さきのばしするたびにひろがるきょり
Saki nobashi suru tabi ni hirogaru kyori
のぞきこんだぼうえんきょうのはるかかなた
Nozokikonda bouenkyou no haruka kanata
ちいさくまだみえているぼくらのだいじなゆめを
Chiisaku mada mieteiru bokura no daiji na yume wo
わすれていつのまにじかんがたったんだろう
Wasurete itsunomani jikan ga tattan darou
いつか」はとおすぎて
"Itsuka" wa toosugite
みることもできなくなるあさがくると
Miru koto mo dekinaku naru asa ga kuru to
いま」きづいたよさあなにができるだろう「いま」なら
"Ima" kizuita yo saa nani ga dekiru darou "ima" nara
じゅくしたりんごを「みつけた
Juku shita ringo wo "mitsuketa"
いつてにしようか「なやんだ
Itsu te ni shiyou ka "nayanda"
なやむうちにみはちに「おちた
Nayamu uchi ni mi wa chi ni "ochita"
そしてくちてゆくこえなきものは
Soshite kuchite yuku koenaki mono wa
なにをのぞんでいたのだろう
Nani wo nozondeita no darou?
まちつづけたそのてみつけてきえていく
Machitsuzuketa sono te mitsukmete kieyuku
いま」ならはしりだしたきみにおいつくことができそうだと
"Ima" nara hashiri dashita kimi ni oitsuku koto ga dekisou dato
せなかをおすようにふいたつよいかぜ
Senaka wo osu you ni fuita tsuyoi kaze
Morreu na Floresta da Maçã
Saí do labirinto e acreditei
Que uma linda floresta se espalhava à minha frente
Com o labirinto ainda fechado
As marcas dos meus passos eram apagadas aos poucos
A felicidade se aproximou, um passo e eu hesitei
Nós nascemos com medo, sempre com receio
Mesmo que uma ilusão aparecesse diante de mim
Eu esquecia até os sonhos da infância que neguei
Naquela época, não consegui encontrar a magia que tanto desejava
Quando percebi, já tinha me tornado adulto, não é?
"Um dia" eu decidi que era algo distante
Quando o futuro deveria ser brilhante
Ao saber que é "agora", o que eu posso fazer?
Mesmo que eu me machuque e me sente (com certeza)
O tempo vai curar a dor, isso se repete
Como as memórias são vagas (balançando na névoa)
A transparência que eu tinha vai ganhando cor
Ainda estou aqui, agora... Parando os passos todo dia
Sendo duro comigo mesmo, mas me tratando com doçura
A cada passo que dou, a distância se amplia
Espiando o horizonte distante da minha visão
Ainda vejo de forma pequena, nossos sonhos preciosos
Quando percebi, o tempo já tinha passado
"Um dia" parece tão distante
Quando chega a manhã em que não consigo mais ver
"Agora" eu percebi, o que eu posso fazer "agora"...
Encontrei a maçã madura
Quando vou pegá-la, estou em dúvida
Enquanto hesito, meu corpo caiu na terra
E o que não tem voz vai se desfazendo
O que será que eu desejava?
Aguardando, encontrei aquela mão e fui desaparecendo
Se é "agora", parece que posso alcançar você que começou a correr
Um vento forte sopra, como se estivesse empurrando minhas costas