Perpetua Esclavitud
Mis ojos sin brillo bajo una opaca luz de Luna
Entre llanto de hadas que rodean mi urna
Mis remordimientos se vuelven sangre en una laguna
Me regocijó en mi dolor sin conciencia alguna
Sin forma, solo el recuerdo de tu desprecio
Y mis labios agrietados pidiendo compasión a cualquier precio
Pero tu voz no se oye mientras al abismo cae la tierra
Por ti Los Angeles se niegan a marchar a la guerra
El amor no tiene poder solo hay tinieblas
Sombras y obscuridad la dulce muerte gobierna
Solo queda un vacío, un ciclo de soledad eterna
Una existencia para recordar mi amarga condena
Encerrada en bucle por un amor que no puede vivir pero que no muere
Dónde está la salida? Veo un rayo de luz
Puedo huir aunque arrastre está pesada cruz
Lejos de donde en reposo y vanidad estás tú
Son solo demonios jugando con mi perpetua esclavitud. (Bis 3)
Demonios, solo demonios jugando
Y yo, yo ya perdí
Escravidão Perpétua
Meus olhos sem brilho sob uma luz de lua opaca
Entre o choro de fadas que cercam meu caixão
Meus remorsos se transformam em sangue numa lagoa
Me regozijo na minha dor sem consciência alguma
Sem forma, só a lembrança do seu desprezo
E meus lábios rachados pedindo compaixão a qualquer custo
Mas sua voz não se ouve enquanto a terra cai no abismo
Por sua causa, os anjos se negam a ir para a guerra
O amor não tem poder, só há trevas
Sombras e escuridão, a doce morte governa
Só resta um vazio, um ciclo de solidão eterna
Uma existência para lembrar minha amarga condenação
Encarcerada em um loop por um amor que não pode viver, mas que não morre
Onde está a saída? Vejo um raio de luz
Posso fugir, mesmo arrastando essa pesada cruz
Longe de onde em descanso e vaidade você está
São só demônios brincando com minha escravidão perpétua. (Refrão 3)
Demônios, só demônios brincando
E eu, eu já perdi