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Sofrimento Sombrio

Astral Gates

Sombre Souffrance

Sombre Souffrance
Des effluves primitives montent à mon cerveau
Une odeur de bois et de terre
L'air commence à se faire rare
Mes yeux ne peuvent transpercer l'obscurité

Je sens mes chairs dévorées par la maladie
Et tout mon corps transit par l'humidité
Mes yeux injectés de sang se consument
J'ai l'impression que cette douleur est l'unique indice

De la parcelle de vie qui habite mon être
Des souvenirs diffus bombardent mon esprit

Je vois l'ennemi tuer des milliers d'êtres innocents
Invisible, Indétectable
Insurmontable

Un mercenaire qui attaque hommes, femmes et enfants
Il n'épargne personne , on l'appelait la peste

Je me souviens de tout ces fossoyeurs
Ils enteraient les pauvres victimes
On jetait les corps dans de vulgaires caisses de bois
Pour enfouir les traces de cet affreux massacre

On lance un homme au fond d'un trou
Je vois ses yeux marqués par la douleur

Les cheveux noirs comme la suie plaqués à son front
Et soudain je vois ses yeux d'où coulent le sang
Mon cœur s'arrête et je comprends (2)

Mes mains frôlent le bois, le doux vent d'occident n'est plus
Qu' un vague souvenir, bientôt je sentirai le souffle du faucheur

Peu à peu, il perdit la raison.
Son cerveau devint l'antre du néant.
Il ressentit alors un sentiment, une émotion qui vient des entrailles; une angoisse tellement intense que plus rien n'a d'importance…
Il avait ouvert la brèche du délire humain…

Sofrimento Sombrio

Sofrimento Sombrio
Vaporizações primitivas sobem à minha cabeça
Um cheiro de madeira e terra
O ar começa a rarear
Meus olhos não conseguem atravessar a escuridão

Sinto minhas carnes devoradas pela doença
E todo meu corpo transita pela umidade
Meus olhos injetados de sangue se consomem
Tenho a impressão de que essa dor é a única pista

Da parcela de vida que habita meu ser
Lembranças difusas bombardeiam minha mente

Vejo o inimigo matar milhares de seres inocentes
Invisível, Indetectável
Insurmontável

Um mercenário que ataca homens, mulheres e crianças
Não poupa ninguém, o chamavam de peste

Lembro de todos esses coveiros
Eles enterravam as pobres vítimas
Jogavam os corpos em caixões de madeira vagabundos
Para enterrar as marcas desse massacre horrendo

Jogam um homem no fundo de um buraco
Vejo seus olhos marcados pela dor

Os cabelos negros como a fuligem colados à sua testa
E de repente vejo seus olhos de onde escorre o sangue
Meu coração para e eu entendo (2)

Minhas mãos tocam a madeira, a doce brisa do ocidente não é mais
Do que uma vaga lembrança, em breve sentirei o sopro do ceifador

Pouco a pouco, ele perdeu a razão.
Seu cérebro se tornou o antro do nada.
Ele então sentiu um sentimento, uma emoção que vem das entranhas; uma angústia tão intensa que nada mais importa…
Ele havia aberto a brecha do delírio humano…

Composição: