The Gates of Time
The Gates of Time
A star is shinnig to the firmaments
Slumber is talking me slowly
My eyes are closing , I try to resist
My spirit is rising ,I feel i'm leaving my body
Facing infinite darkness , That star's is still dazling me
I'm approaching very slowly
I'm floating in that space that surround 's me
Constellation seem to look at me
As many look turn on me
I'm only thinking about my body
Asleep on my cold bed
Fear as choosen my mind for home
And now she taking all the place
I fall , hit and burn myself
I'm crossing the astral gates
I'm getting used to that blinding clearness
Everyting I see is freezing my bones
And now
Everyting is getting clearer
In front of me, A white wall
One of my pittiable room
In my head , Oblivion
Debout, comme un homme enchaîné, il vit alors ce qu'il avait engendré.
Il dérivait dans un univers infini lorsque, dans ses oreilles, retentit une mélodie funèbre sacrée; l'univers tout entier chantait la fin de l'humanité.
Os Portões do Tempo
Os Portões do Tempo
Uma estrela brilha nos céus
O sono vem me falando devagar
Meus olhos se fecham, tento resistir
Meu espírito está subindo, sinto que estou deixando meu corpo
Encarando a escuridão infinita, aquela estrela ainda me ofusca
Estou me aproximando bem devagar
Estou flutuando nesse espaço que me cerca
As constelações parecem me observar
Enquanto muitos olham pra mim
Só estou pensando no meu corpo
Adormecido na minha cama fria
O medo escolheu minha mente como lar
E agora ela está tomando todo o espaço
Eu caio, me machuco e me queimo
Estou cruzando os portões astrais
Estou me acostumando com essa clareza ofuscante
Tudo que vejo está congelando meus ossos
E agora
Tudo está ficando mais claro
Na minha frente, uma parede branca
Um dos meus quartos miseráveis
Na minha cabeça, o esquecimento
De pé, como um homem acorrentado, ele viu então o que havia gerado.
Ele flutuava em um universo infinito quando, em seus ouvidos, ecoou uma melodia fúnebre sagrada; o universo inteiro cantava o fim da humanidade.