
O Castelo de Otranto
Astrikos Katoikos
Torres antigas de pedras infernais
Guardam presságios de forças abissais
Quadros vigiam com fria intenção
E o próprio castelo respira maldição
Elmos gigantes em queda brutal
Rompem o curso do sangue real
Sombras se arrastam por cada salão
E guardam segredos sem absolvição
Criptas murmuram com timbre sepulcral
Nomes terríveis em língua ancestral
Vozes que chamam sem corpo a se perceber
E toda esperança começa a perecer
O horror é eterno!
Mármores lembram o que não se desfaz
Sombras avançam sem nunca ter paz
Vozes retornam de um tempo voraz
E tudo que viveu já não volta mais
Portas se abrem, mas ninguém as conduz
E a própria treva engole a luz
Nomes se perdem naquilo que jaz
E Otranto reina no horror que refaz
Retratos observam num riso espectral
Olhos que sabem do erro fatal
Linhas do tempo em torção sem sair
E tudo que vive parece se consumir
Corredores exalam um frio imortal
Guardam vestígios de horror original
Passos ausentes parecem surgir
E almas se prostram ao que vêm a seguir
Tronos vazios em clima irreal
Guardam a herança de um nome fatal
Sangue e memória começam a fluir
E a velha linhagem não pode fugir
O horror é eterno!
Mármores lembram o que não se desfaz
Sombras avançam sem nunca ter paz
Vozes retornam de um tempo voraz
E tudo que viveu já não volta mais
Portas se abrem, mas ninguém as conduz
E a própria treva engole a luz
Nomes se perdem naquilo que jaz
E Otranto reina no horror que refaz
Otranto guarda seu rito final
Onde o impossível se torna normal
E cada presença aprende a sentir
Que o próprio castelo deseja destruir
O horror é eterno!
Mármores lembram o que não se desfaz
Sombras avançam sem nunca ter paz
Vozes retornam de um tempo voraz
E tudo que viveu já não volta mais
Portas se abrem, mas ninguém as conduz
E a própria treva engole a luz
Nomes se perdem naquilo que jaz
E Otranto reina no horror que refaz
O horror é eterno!
Mármores lembram o que não se desfaz
Sombras avançam sem nunca ter paz
Vozes retornam de um tempo voraz
E tudo que viveu já não volta mais
Portas se abrem, mas ninguém as conduz
E a própria treva engole a luz
Nomes se perdem naquilo que jaz
E Otranto reina no horror que refaz



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Astrikos Katoikos e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: