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Ritual da Finalidade

Asunder

Rite Of Finality

To give thanks and praise to the bough that breaks
Under the weight of age and passing days
To the song of the swan when one's time has come
Like passing clouds in the sky all must someday die
To falling leaves in autumn's shades the promise of
Youth that fades under the winter's waning sun
The wind and snow of a life now done
Like the tides retreating from tranquil shores
Cold lips that draw breath no more
To the shifting sands of time lost
Measured by star and frost
To scattered blossoms of spring this glory in which
We sing: o ephemeral passing life consumed in the
Funeral pyres consumed in our burning desires
Even these flames must expire
Abiding ash and splintered bone
Sodden earth and weathered stone
Right of finality devouring infinity
Works will come undone so as what we become
Unknowing certainty of that which sets us free
To the end of days to give thanks and praise

Ritual da Finalidade

Agradecer e louvar o galho que se quebra
Sob o peso da idade e dos dias que passam
À canção do cisne quando a hora chega
Como nuvens passageiras no céu, todos devem um dia morrer
Às folhas caindo nas sombras do outono, a promessa de
Juventude que se apaga sob o sol minguante do inverno
O vento e a neve de uma vida que já se foi
Como as marés recuando das praias tranquilas
Lábios frios que não respiram mais
Às areias movediças do tempo perdido
Medido por estrelas e geada
A flores dispersas da primavera, esta glória na qual
Cantamos: ó vida efêmera, consumida nas
Piras funerárias, consumida em nossos desejos ardentes
Mesmo essas chamas devem se apagar
Cinzas persistentes e ossos estilhaçados
Terra encharcada e pedra desgastada
Direito da finalidade devorando a infinidade
Obras se desfazem, assim como o que nos tornamos
Certeza inconsciente do que nos liberta
Até o fim dos dias, para agradecer e louvar

Composição: