Last Drop Of The Waterfall
By the time the first drop fell,
The last one was already glowing in his eyes...
To survive it had to fall. To prevail he couldn't let it be...
The journey was long, but it seems to be shorter when you can't see the end.
With closed eyes one can go far when one doesn't know where to go.
It is easier when one believes that the Moon will not lose the way
And one will be strong enough to hold the oath.
He is closing his eyes and turning back not to see
That the face of his home doesn't belong to him anymore.
Wise, old trees sough bidding him farewell. He walks his path.
The voices of the forest sound like whispers of his daughter,
Who he had lost.
Chorus: The face of home is bidding him farewell
Voices which he had lost...
Closed eyes of his beloved home
Can't touch this holy place...
One of those voices is surely the voice of a little ghost
Which rakes with the wind it's father's hair aside.
With tender hands it puts soft leaves under it's father's feet.
With dew it washes his tears away - the poison of his suffering...
Last drop will fall.
Chorus: The face of home is bidding him farewell
Voices which he had lost...
Closed eyes of his beloved home
Can't touch this holy place...
He�s the man who promised himself to find what is already gone.
His untiringly beating heart asks birds that sing like she sang.
He forgets to listen to the answer, listening to their song,
But doesn't want to understand its meaning.
The Moon is shining brightly tonight. It is a good guide.
A gentle shade leads him tenderly to goal of his trip.
This ghost shows him a monumental and crystal clear
Great waterfall which has it's source in him deep inside.
Last drop will fall.
He takes his little Angel and holds him in his arms
He didn't fail.
Now let him go away.
Chorus: One drop of the Waterfall...
Now let him go away...
Última Gota da Cachoeira
Quando a primeira gota caiu,
A última já brilhava em seus olhos...
Para sobreviver, tinha que cair. Para prevalecer, não podia deixar ser...
A jornada foi longa, mas parece mais curta quando você não vê o fim.
Com os olhos fechados, dá pra ir longe quando não se sabe pra onde ir.
É mais fácil quando se acredita que a Lua não vai perder o caminho
E que se será forte o suficiente para manter o juramento.
Ele fecha os olhos e se vira pra não ver
Que a face de sua casa não lhe pertence mais.
Árvores sábias e antigas sussurram se despedindo dele. Ele segue seu caminho.
As vozes da floresta soam como sussurros de sua filha,
Que ele havia perdido.
Refrão: A face da casa se despede dele
Vozes que ele havia perdido...
Olhos fechados de sua amada casa
Não podem tocar este lugar sagrado...
Uma dessas vozes é certamente a de um pequeno fantasma
Que, com o vento, afasta os cabelos de seu pai.
Com mãos delicadas, coloca folhas macias sob os pés do pai.
Com orvalho, lava suas lágrimas - o veneno de seu sofrimento...
A última gota vai cair.
Refrão: A face da casa se despede dele
Vozes que ele havia perdido...
Olhos fechados de sua amada casa
Não podem tocar este lugar sagrado...
Ele é o homem que prometeu a si mesmo encontrar o que já se foi.
Seu coração incansável pergunta aos pássaros que cantam como ela cantava.
Ele esquece de ouvir a resposta, ouvindo sua canção,
Mas não quer entender seu significado.
A Lua brilha intensamente esta noite. É um bom guia.
Uma sombra suave o leva gentilmente ao objetivo de sua viagem.
Esse fantasma lhe mostra uma monumental e cristalina
Grande cachoeira que tem sua fonte dentro dele.
A última gota vai cair.
Ele pega seu pequeno Anjo e o segura em seus braços
Ele não falhou.
Agora deixe-o ir embora.
Refrão: Uma gota da Cachoeira...
Agora deixe-o ir embora...