Lubna
Lubna erre vague bleu comme sa maison
Elle scrute
Les pupilles comme des pieces de monnaie jettees
Au fond en desirs,
Lubna reve de pouvoir se dissoudre
Entre un amalgame blanc
Lubna tu es poesie d'obscurite
Ainsi je m'asseois dans ton bord
Jusque tu te calmes et moi,
Je me transforme en balancoire
De bambou
Dans les oliviers
Lubna.
Lubna
Lubna erra azul como sua casa
Ela observa
As pupilas como moedas jogadas
No fundo em desejos,
Lubna sonha em poder se dissolver
Entre um amálgama branco
Lubna, você é poesia da obscuridade
Assim eu me sento na sua beira
Até você se acalmar e eu,
Me transformar em balanço
De bambu
Entre as oliveiras
Lubna.