Tradução automática

Comme des pierres qui roulent

Hugues Aufray

Letra

Como Pedras que Rolam

Comme des pierres qui roulent

Eu me lembro daquele tempo quando linda ao ventoJe revois ce temps quand belle au vent
Tu jogavas rindo algumas moedas aos mendigosTu jetais en riant aux mendiants quelques sous
Diziam pra ti: cuidado, pequena, você vai rápido demaisOn te disait gare petite tu vas trop vite
Tu nos achavas todos uns malucos, sim, uns doidosTu nous prenais tous pour oui des fous
Tu gostavas tanto de brincarTu aimais tant plaisanter
E de zombar dos perdidos, isso te divertiaEt te moquer des paumés ça ça t'amusait
Falas menos, menos que ontemTu parles moins moins qu'hier
E te fazes menos, bem menos orgulhosaEt tu fais moins, bien moins la fière
Quando te apresentas na cantinaQuand tu pointes à la cantine

O coração em exílioLe coeur en exil
Mas pra onde vão essas filasMais où vont ces files
Esses sem-tetoCes sans domicile
Essa multidão sem nomeCette foule sans nom
Desconhecida do horizonteInconnue d'horizon
Esses excluídos que pisamosCes exclus que l'on foule
Como pedras que rolamComme des pierres qui roulent

Tu fizeste a grande escola, senhorita solidãoTu as fait la grande école miss solitude
Mas passaste teus estudos sonhando e te embriagandoMais tu as passé tes études à rêver à te griser
Lá ninguém soube te ensinar a viver na ruaLà-bas personne n'a su t'enseigner à vivre la rue
Hoje te sentes nua, perdidaAujourd'hui tu te sens nue éperdue
Dizias que nunca te comprometeriasTu disais moi jamais compromise
Com esses vagabundos, mas surpresa, agora percebesAvec ces vagabonds mais surprise là tu réalises
Ah não, que eles não trocam só moedasAh non qu'ils n'échangent pas que des devises
Quando vês seus olhos desfeitos como malasQuand tu vois leurs yeux défaits comme des valises
E quando lhes propondes um pequeno acordoEt quand tu leur proposes un petit deal
Terno e frágilTendre et fragile

Mas pra onde vão essas filasMais où vont ces files
Esses sem-tetoCes sans domicile
Essa multidão sem nomeCette foule sans nom
Desconhecida do horizonteInconnue d'horizon
Esses excluídos que pisamosCes exclus que l'on foule
Como pedras que rolamComme des pierres qui roulent

Nunca olhaste o coração desses palhaços malabaristasTu n'as jamais regardé le coeur de ces clowns jongleurs
Quando eles davam por ti tanta ardênciaQuand ils donnaient pour toi tant d'ardeur
Nunca soubeste ver onde está a verdadeira felicidadeTu n'as jamais su voir où est le vrai bonheur
E que nunca se deve contar apenas com a própria fervorEt qu'il ne faut jamais compter que sur sa propre oui ferveur
Preferias montar no cavalo de cromado do teu diplomataTu aimais mieux monter le cheval de chrome de ton diplomate
Que carregava no ombro uma siamesa, uma acrobataQui portait à l'épaule une siamoise une acrobate
Mas de repente descobres e então tudo se estragaMais soudain tu découvres et alors tout se gâte
Não que ele não fosse realmente pra ti o aristocrataNon qu'il n'était pas vraiment pour toi l'aristocrate
A quem já entregaste todos os teus segredosÀ qui tu as déjà livré tous tes secrets
Os mais sutisLes plus subtils

Mas pra onde vão essas filasMais où vont ces files
Esses sem-tetoCes sans domicile
Essa multidão sem nomeCette foule sans nom
Desconhecida do horizonteInconnue d'horizon
Esses excluídos que pisamosCes exclus que l'on foule
Como pedras que rolamComme des pierres qui roulent

Princesa da Côte d'Azur, teus amigos prestigiososPrincesse de côte d'azur tes amis prestigieux
Bebiam frequentemente às vitórias e ao jogo dos teus olhosBuvaient souvent aux victoires et au jeu de tes yeux
Trocando em segredo os gadgets misteriososÉchangeant en cachette les gadgets mystérieux
Que é hora de colocar no prego ou no fogoQu'il est temps de mettre au clou ou au feu
Oh, ele sabe bem, sim, que te diverteOh il le sait bien oui qu'il t'amuse
Teu Napoleão, esse mendigo com belas frases tão confusasTon Napoléon ce gueux aux belles phrases si confuses
Oh, vai até ele, ele te chama, mas não lhe recusesOh va vers lui il t'appelle mais ne lui refuse
Nada, quando não tens mais nada, não tens nem mais desculpasRien quand tu n'as plus rien tu n'as même plus d'excuses
Tu te tornas invisível nas pesquisas dos cadastrosTu deviens l'invisible aux sondages des listings
CivisD'état civil

Mas pra onde vão essas filasMais où vont ces files
Esses sem-tetoCes sans domicile
Essa multidão sem nomeCette foule sans nom
Desconhecida do horizonteInconnue d'horizon
Esses excluídos que pisamosCes exclus que l'on foule
De crianças nuas na ondaD'enfants nus dans la houle

Todas essas carcaças que afundamToutes ces épaves qui coulent
Num mundo que desmoronaDans un monde qui s'écroule
Sob pedras que rolamSous des pierres qui roulent
OohOoh

Composição: Hugues Aufray, Bob Dylan. Essa informação está errada? Nos avise.

Comentários

Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

0 / 500

Faça parte  dessa comunidade 

Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Hugues Aufray e vá além da letra da música.

Conheça o Letras Academy

Enviar para a central de dúvidas?

Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

Fixe este conteúdo com a aula:

0 / 500

Opções de seleção