395px

Nunca Mais Conheceremos a Paz

Augury

...Ever Know Peace Again

Do mourn, the glory days are gone
Like roaches scattering under a beaming light
Run out of history's backstage
As your flags burn over spoiled Eden
Looted for you to waste

Kings of the hill, inflated frogs, staged heroes, die!
Altogether World bowed in disrespect
Clenching teeth, towering hate
World won't ever know peace again!

In none we trust
Sowed salt within our soils
Fed us what even rats spit up
Perpetuating the times
When wealth spoke the speech
When wealth swung the whip
On sweat sown your power
Now harvest billions of enemies!

Oppression is deserved for who complies to fit within
It is fantasy freedom; tied to galleys we row
Docile on our way down the food chain
Livestock salivating at pellets in a trough

A fate to which we almost fell
Rolling meat screwed within the Machine
Silkworms soon to be boiled, all others denied awakening
Like cattle we were bred, raised and processed
Baited in with hopes for none to achieve
By scarecrows guarded under a gray sky
No wonder we were all afraid to open the cage, never...

Nunca Mais Conheceremos a Paz

Chorando, os dias de glória se foram
Como baratas correndo sob uma luz intensa
Saindo dos bastidores da história
Enquanto suas bandeiras queimam sobre o Éden estragado
Saquearam para você desperdiçar

Reis da colina, rãs inchadas, heróis encenados, morram!
O mundo todo se curvou em desrespeito
Dentes cerrados, ódio crescente
O mundo nunca mais conhecerá a paz!

Em ninguém confiamos
Semeamos sal em nossos solos
Nos alimentaram com o que até ratos cuspiriam
Perpetuando os tempos
Quando a riqueza falava a língua
Quando a riqueza brandia o chicote
Sobre o suor que semeou seu poder
Agora colhem bilhões de inimigos!

A opressão é merecida para quem se encaixa
É liberdade de fantasia; amarrados a galés que remamos
Doces em nosso caminho descendo na cadeia alimentar
Gado salivando por ração em um cocho

Um destino do qual quase caímos
Carne rolando enfiada na Máquina
Bicho-da-seda logo a ser fervido, todos os outros negados ao despertar
Como gado fomos criados, alimentados e processados
Isolados com esperanças que ninguém alcançaria
Por espantalhos guardados sob um céu cinza
Não é de se admirar que todos tivéssemos medo de abrir a jaula, nunca...

Composição: Patrick Loisel