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Letra

Don Ramón

Don Ramón

Don RamónDon Ramón
era um poetaera un bardo
de botecode taberna
meio sábiomedio sabio
meio poetamedio poeta
Don RamónDon Ramón
fazia seu acordeãole hacía a su acordeón
cantar.cantar.

Era a almaEra el alma
daquele lugarde aquel antro
de fantasmasde fantasmas
solidários,solidarios,
Don RamónDon Ramón
enchia o coraçãollenaba el corazón
do bar.el bar.

Mas ao amanhecer,Pero el alba,
quando o vinhocuando el vino
se esquecia do esquecimento,se olvidaba del olvido,
Don RamónDon Ramón
tocava o vals que um amortocaba el vals que un amor
fatal lhe inspirou...fatal le inspiró...
Um, dois, três...Un, dos, tres...
Seus olhos choravamSus ojos lloraban
cada vezcada vez
que todos cantavam, cantavam,que todos cantaban, cantaban,
cantavamcantaban
o refrão de sua canção...el coro de su canción...

E um catorzeY un catorce
de fevereiro,de febrero,
entre sonsentre sones
de bolero,de bolero,
Don RamónDon Ramón
sentiu que seu acordeãosintió que su acordeón
silenciou.calló.

AbraçadoAbrazado
o silêncioal silencio
no atoen el acto
caiu no chão,cayó al suelo,
Don RamónDon Ramón
se despediu de seu acordeãofundió a su acordeón
morreu.murió.

E tocaramY doblaron
as campanaslas campanas
pelo poetapor el bardo
do boteco,de la tasca,
Don RamónDon Ramón
se foi como aquele amorse fue como aquel amor
que o traiu.que le traicionó.
Nunca maisNunca más
a triste alegriala triste alegría
que aquele valsque aquel vals
que todos pediam, pediam,que todos pedían, pedían,
pediam que tocasse Don Ramón.pedían que tocara Don Ramón.


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