Carfax Abbey
Is it simply a kiss of carnal dreams?
What once a father to tender sleeplessness
The deviance of youthful whispering
A majesty to darkness, a visage… my kingdom?
My centuries laden with dead emotion
Timeless anguish beckons me
Into my sleep, the torments of dreamless kin
Give unto me a time for redemption
And even now beneath the multitude of stars
Am I to believe that I stand before god?
What pitiful illusion am I expected to see?
Shall I exist in my death, to believe in them?
As I destroy all you love, before your eyes
I bequeath unto thee my forever…
For time hath imprisoned me
Endowed with the wisdom of centuries
Yet the sorrow hath befallen me still
The chosen few are but to remain with me
United together within the stillness…
Of an age yet to come
My children of sadness, I welcome thee…
Into my arms forever
Abadia de Carfax
Será isso apenas um beijo de sonhos carnais?
O que um dia foi um pai para a suave insônia
A depravação do sussurrar juvenil
Uma majestade para as trevas, um rosto... Meu reino?
Meus séculos repletos de emoção entorpecida
Uma agonia eterna acena para mim
Em meu sono, os tormentos de uma família sem sonhos
Traga até mim um momento de redenção
E, mesmo agora, sob a miríade de estrelas
Devo crer que estou diante de Deus?
Que tipo de ilusão patética espera-se que eu veja?
Devo eu existir em minha morte, para lhes dar crédito?
Enquanto eu destruo tudo o que ama, perante seu olhar
A ti eu deixo minha eternidade
Pois o tempo aprisionou-me
Deixado com a sabedoria dos séculos
E mesmo assim o pesar caiu sob mim
Os poucos escolhidos hão de ficar comigo
Juntos e unidos dentro da quietude
De uma era ainda por vir
Minhas crianças do pesar, eu as recebo
Em meus braços, para todo o sempre