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A Vida do Homem é a Morte do Lobo

Autumnal

Man's Life Is the Wolf's Death

I live all alone leaving minutes off
I won't talk, I travel thinking
About me, changing something out of this
But this exists before you and me
Swim in this mud

But I am wrong again
One in a million of solitudes
I can't climb my stairs
Trapped by the heaviest mask
I won't spread my chest
Pumping between anger and lust
I pray the Lord to rest
But my hearts still beats

I have become to feel so weird so
Far, so strange in this viscous life
Roots over me drowning, choking
Life, I must dry, fall
And feed the grass before I burn

But I am wrong again
I can't climb my stairs
I won't spread my chest

But my heart still beats

Now that I am all alone
I know that I've always been
I will always be
I don't pretend otherwise

I am getting old and something I don't know
Sucks my sap, consumes my old smile
An immortal hell with demons
That feed on dull years
A life, that is death
Doesn't end if you don't breathe

I look back and the road
Seems so curved and rough
Before me all is straight

I thrashed you, you loved me
But I owned my reason
Over and over I tried to conceal
What in me should be less
Than a simple fear
Older and colder
We just approach to fall

A Vida do Homem é a Morte do Lobo

Eu vivo sozinho, deixando os minutos passarem
Não vou falar, viajo pensando
Sobre mim, mudando algo disso
Mas isso já existia antes de você e eu
Nadando nessa lama

Mas eu estou errado de novo
Um em um milhão de solidões
Não consigo subir minhas escadas
Preso pela máscara mais pesada
Não vou abrir meu peito
Bombeando entre raiva e desejo
Eu rezo ao Senhor para descansar
Mas meu coração ainda bate

Comecei a me sentir tão estranho, tão
Longe, tão esquisito nessa vida viscosa
Raízes sobre mim, afogando, sufocando
Vida, eu preciso secar, cair
E alimentar a grama antes de queimar

Mas eu estou errado de novo
Não consigo subir minhas escadas
Não vou abrir meu peito

Mas meu coração ainda bate

Agora que estou completamente sozinho
Sei que sempre estive
Sempre serei
Não finjo o contrário

Estou envelhecendo e algo que não sei
Suga minha seiva, consome meu velho sorriso
Um inferno imortal com demônios
Que se alimentam de anos sem graça
Uma vida, que é morte
Não acaba se você não respirar

Olho para trás e a estrada
Parece tão curva e áspera
Diante de mim tudo é reto

Eu te agredi, você me amou
Mas eu tinha minha razão
Repetidamente tentei esconder
O que em mim deveria ser menos
Do que um simples medo
Mais velho e mais frio
Apenas nos aproximamos da queda