Sophie
O sol vai em direção a Capricórnio
Agora o céu é um mar negro
Ah, estou cheia
Sim, meu coração grita
Preocupada que não chegue a Deus
Lamentando o destino
Mais uma vez a cortesia
Desperta seu desejo
A virtude e onde está essa alma
Me chama, me chama
Me chama, me chama, ri de mim
Me humilhando desse jeito
Já chega, já chega
Não quero mais, então para, sério, não dá
O destaque do desespero
A sombra do ceifador balança
Que bizarro
O hierofante podre
Sentindo o prazer supremo
Roubando de mim
A pureza se despedaça
Material, material
Material, que bizarro
Material, material
Maldições a essa desgraça
Me chama, me chama
Me chama, me chama, ri de mim
Me humilhando desse jeito
Já chega, já chega
Não quero mais, então para, sério, não dá
Sério, não dá, sério, não dá, sério, não dá
Estarei possuída por um sonho efêmero?
Sim, nesta vida, a virtude
Não é recompensada, enganada sempre
Sufocando em soluços e lágrimas, ah, só consigo engasgar
Não quero mais, sério, não dá
Se for assim, é melhor
O destaque do desespero
A sombra do ceifador balança