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Fora

Aviators

Outside

It is my own home's affliction
Behind bars within a cage
I've been marked the plague's possession
And I've been locked in for days
There's a ruckus in the streets
Those I begged to stay inside
Soon the noise gives way to silence
For a moonlit lullaby
Oh my mind
Oh my mind
Thoughts are fleeting all the time
I feel bones begin to splinter
As my fever starts to climb
Who's to blame
Who's to blame
For the blood that wrought this shame
Now my ears have started ringing
To a symphony of pain

My blood's contagion
Brings transformation
But all I want before the doom
Is to see the streets outside this room
Don't leave me waiting
My lantern's fading
And I won't be awake to see
The monster that becomes of me
Let me see the sky one last time
Come home and take me outside

The new beast is isolation
When I'm haunting my own home
I feel my walls closing inward
And my soul leaves me alone
Here I struggle in the darkness
To remember my own name
I've caught glimpses through the window
That the world is not the same
Flesh and bone
Hunger's grown
Cries become an endless drone
I fear soon I'll be the hunted
Like the multitudes below
Someone's there
Someone's there
Night is coming and I'm scared
Starving wolves outside are howling
And I join them in their prayer

Dark signs
Flashing in my
Cold mind
Succumbing now with no time
Left to cure the pain
Pale and
Clawing blindly
Life still
Clinging tightly
But my own blood has been claimed

Fora

É a aflição da minha própria casa
Atrás das grades dentro de uma jaula
Fui marcado como a posse da praga
E estou trancado há dias
Há um alvoroço nas ruas
Aqueles que implorei pra ficar dentro
Logo o barulho dá lugar ao silêncio
Para uma canção de ninar sob a lua
Oh minha mente
Oh minha mente
Pensamentos são fugazes o tempo todo
Sinto os ossos começando a estilhaçar
Enquanto minha febre começa a subir
Quem é o culpado
Quem é o culpado
Pelo sangue que trouxe essa vergonha
Agora meus ouvidos começaram a tocar
Uma sinfonia de dor

A contaminação do meu sangue
Traz transformação
Mas tudo que eu quero antes do fim
É ver as ruas fora deste quarto
Não me deixe esperando
Minha lanterna está se apagando
E eu não estarei acordado pra ver
O monstro que me tornei
Deixe-me ver o céu uma última vez
Volte pra casa e me leve pra fora

A nova besta é a solidão
Quando estou assombrando minha própria casa
Sinto minhas paredes se fechando
E minha alma me deixa sozinho
Aqui eu luto na escuridão
Pra lembrar meu próprio nome
Eu vi relances pela janela
Que o mundo não é mais o mesmo
Carne e osso
A fome cresceu
Gritos se tornam um zumbido sem fim
Temo que em breve serei o caçado
Como as multidões lá embaixo
Alguém está lá
Alguém está lá
A noite está chegando e estou com medo
Lobos famintos lá fora estão uivando
E eu me junto a eles em sua oração

Sinais sombrios
Piscando na minha
Mente fria
Sucumbindo agora sem tempo
Restante pra curar a dor
Pálido e
Arranhando às cegas
A vida ainda
Apegando-se firmemente
Mas meu próprio sangue foi reivindicado