Cube Of Odium
Seven Y's; No response
The door is locked... the hydrox is off
The food has run out
That lens watches relentlessly
(Constant) Hours pass like days
Days like weeks (so weak)
Cannot stand up to descry
That slitdow (total weariness)
Mouth burns, blistered, so dry
Temp raising and lowering drastically
Slow and sure they're torturing me
They hate me now more than ever before
(Now and forever more)
Where - are they - there? Have they forgotten me...?
I was their worker I did it good for them
Days and nights a blur
Nothing clear - greys - only shades
No more toes, only one hand
No commands, just screams of silence
Brain rotting, skin greyish yellow from the urine
It's as though my cells are coming apart
And falling loose
The body feels no pain now that all is numb
Staying alove my only true battle - they've won
My final task is just to concede
Mind in complete decay, world looking away
Repented vulgar shell at loss against the machine
Cubo do Ódio
Sete Y's; Sem resposta
A porta está trancada... o hidróxido está desligado
A comida acabou
Aquela lente observa incansavelmente
(Horas) passam como dias
Dias como semanas (tão fracas)
Não consigo me levantar para enxergar
Aquela fenda (total cansaço)
Boca queima, estourada, tão seca
Temperatura subindo e descendo drasticamente
Devagar e sempre eles estão me torturando
Eles me odeiam agora mais do que nunca
(Agora e para sempre)
Onde - estão eles - lá? Eles se esqueceram de mim...?
Eu era o trabalhador deles, eu fazia tudo bem para eles
Dias e noites um borrão
Nada claro - cinzas - apenas sombras
Sem mais dedos dos pés, só uma mão
Sem comandos, apenas gritos de silêncio
Cérebro apodrecendo, pele amarelada do xixi
É como se minhas células estivessem se desintegrando
E caindo soltas
O corpo não sente dor agora que tudo está dormente
Permanecer vivo é minha única verdadeira batalha - eles venceram
Minha tarefa final é apenas ceder
Mente em completa decadência, mundo desviando o olhar
Concha vulgar arrependida em perda contra a máquina