Born Under the Knife, Live in Pain
Inconceivable claws wrenching at the gates of time
Torrential incandescence of the atomic wellspring
Churning in its infinity amongst mindless dancers
Lurching to the twitching cadence of discordant flutes
This is chaotic abhorrence, mercurially envisioned horror
The incoherent howling in the untamed void
Of a malformed child stretching its emaciated limbs
Amidst the unbearable pounding and the stench of vile smoke
...Skin-graft ugliness...
...Implacable gaze...
...Towering disdain...
...Insectile grimace...
...Talons stretched...
...Muscles taught...
...Burning scars...
...Waiting to be born...
Cruel, haggard eyes locked in incurable amusement
Contorted grin on the face of inhumanity
Stirring the convulsions of its puppets
Stapled down and force fed misanthropy
Cavorting primitive playthings
Bastardised on the ruins of a wasted heaven
Eagerly devouring our own minds
Mouth and eyes sewn up but still we shriek and stare
In the alleys that weave between (gulf-spanning) sky-thorns
Graffiti hung derelict towers (pinning down the earth)
Litter scuttles blindly away like fear-crazed insects
Crumbling city walls echo their terror (back at them)
In the filth stained underpass we wait
Dangling limply on chains, hung from another reality
Empty minds waiting to create pain
Waiting to be born.
Nascido Sob a Lâmina, Vive em Dor
Unhas inconcebíveis se debatendo nas portas do tempo
Incandescência torrencial da fonte atômica
Revolvendo em sua infinidade entre dançarinos sem mente
Deslizando na cadência trêmula de flautas dissonantes
Isso é uma abominação caótica, horror mercurialmente imaginado
O uivo incoerente no vazio indomado
De uma criança deformada esticando seus membros magros
Em meio ao martelar insuportável e ao fedor de fumaça podre
...Feiura de enxerto de pele...
...Olhar implacável...
...Desdém imponente...
...Grimace insetóide...
...Garras esticadas...
...Músculos tensos...
...Cicatrizes ardendo...
...Esperando para nascer...
Olhos cruéis e desgastados presos em um divertimento incurável
Sorriso contorcido no rosto da desumanidade
Agitando as convulsões de suas marionetes
Pregadas e alimentadas à força com misantropia
Brincadeiras primitivas se contorcendo
Bastardas nas ruínas de um céu desperdiçado
Devorando avidamente nossas próprias mentes
Boca e olhos costurados, mas ainda gritamos e encaramos
Nas vielas que se entrelaçam entre espinhos celestiais
Grafites pendurados em torres abandonadas (prendendo a terra)
Lixo se arrastando cegamente como insetos enlouquecidos pelo medo
Paredes da cidade em ruínas ecoam seu terror (de volta a eles)
No viaduto manchado de sujeira, esperamos
Pendurados frouxamente em correntes, suspensos de outra realidade
Mentes vazias esperando para criar dor
Esperando para nascer.