Býr Demet Papatya
Bugün, seni düþünmeyi,
Hiç istemedi caným.
Yüreðimi,
Kanatmak istemedim.
Anýlar aðlýyordu ama, direndim.
Hasetsiz bakmayý denedim,
Sarýlan aþýklara.
(2: Küçülmüþ, sevdayla dolu bedenim,
Sen itirafýmla kal,
Ben inkarýnla giderim.)
Bir demet papatya aldým kendime,
Amaçsýzca, yürüdüm durdum caddede.
Bir kediyle paylaþtým bir lokmalýk simidi,
Ýnan bana, dönüp gitmedi.
Um Buquê de Margaridas
Hoje, não queria pensar em você,
De jeito nenhum, meu coração.
Não queria,
Fazer meu peito sangrar.
As memórias estavam gritando, mas eu resisti.
Tentei olhar sem ciúmes,
Para os amantes abraçados.
(2: Meu corpo encolhido, cheio de amor,
Você fica com sua confissão,
Eu vou embora com sua negação.)
Comprei um buquê de margaridas pra mim,
Sem propósito, andei e parei na calçada.
Dividi um pedaço de pão com um gato,
Acredite em mim, ele não foi embora.