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MARACUJÁ

Babasónicos

MARACUYÁ

Las metas y los anhelos
Se logran barato afirmar que afuera no existe
Un mundo para los dos que no pretendo entrar
Vos no querés salir, nadie quiere sufrir
El amor resultó ser
La pulpa viscosa maldita del maracuyá
Algo ensordecedor donde no quiero entrar
Y no puedo salir, nadie quiere sufrir

Y al partir, no sabrás a dónde
A dónde fue a parar
El tiempo invertido
Ese tiempo que está en juego
Cuerpo a cuerpo
Cuerpo, pulpa, maracuyá
Cuerpo al suelo, cuerpo nuestro
Cuerpo, pulpa, maracuyá
Cuerpo, pulpa, maracuyá

Creo que a esta altura nadie debería explicarse nada
Somos lo que deshicimos y eso nos costó mucho trabajo
Creo que a esta altura nadie debería explicarse nada
Somos lo que deshicimos y eso nos costó mucho trabajo

La lengua me la reservo
Un rico intercambio viable y a escala humana
Negocio para los dos donde uno apuesta a hablar
Y el otro a delirar, nadie quiere sufrir
El rumor resultó ser
El nodo de toda la trama que traté con vos
Algo empobrecedor, algo que sé de vos
Y vos sabés de mí, nadie quiere sufrir

Y al partir, no sabrás a dónde
A dónde fue a parar
El tiempo invertido
Ese tiempo que está en juego
Cuerpo a cuerpo
Cuerpo, pulpa, maracuyá
Cuerpo al suelo, cuerpo nuestro
Cuerpo, pulpa, maracuyá
Cuerpo, pulpa, maracuyá
Cuerpo, pulpa, maracuyá
Cuerpo, pulpa, maracuyá

MARACUJÁ

As metas e os desejos
É fácil afirmar que lá fora não existe
Um mundo pra nós dois que não pretendo entrar
Você não quer sair, ninguém quer sofrer
O amor acabou sendo
A polpa viscosa maldita do maracujá
Algo ensurdecedor onde não quero entrar
E não consigo sair, ninguém quer sofrer

E ao partir, você não saberá aonde
Aonde foi parar
O tempo investido
Esse tempo que está em jogo
Corpo a corpo
Corpo, polpa, maracujá
Corpo no chão, corpo nosso
Corpo, polpa, maracujá
Corpo, polpa, maracujá

Acho que a essa altura ninguém deveria se explicar nada
Somos o que desfizemos e isso nos custou muito trabalho
Acho que a essa altura ninguém deveria se explicar nada
Somos o que desfizemos e isso nos custou muito trabalho

A língua eu a reservo
Uma troca rica viável e em escala humana
Negócio pra nós dois onde um aposta em falar
E o outro em delirar, ninguém quer sofrer
O rumor acabou sendo
O nó de toda a trama que tratei com você
Algo empobrecedor, algo que sei de você
E você sabe de mim, ninguém quer sofrer

E ao partir, você não saberá aonde
Aonde foi parar
O tempo investido
Esse tempo que está em jogo
Corpo a corpo
Corpo, polpa, maracujá
Corpo no chão, corpo nosso
Corpo, polpa, maracujá
Corpo, polpa, maracujá
Corpo, polpa, maracujá
Corpo, polpa, maracujá

Composição: Adrian Dargelos