Mother Of Serpents
Oh do not wish for a thing
'Lest the gods punish you with it all
The things you´re looking for you'll never find
In this life
For all the auguries vague
Oracles drunk with a sulphur spring
Still sought the three-faced Hecate
Cursing holes
On moonless nights
For what is more
Forever or never more
Never or forevermore
Seek not the glories of the world
The fleeting beauty of things soon gone
The flowers of the meadow that spiders suck
Black as disease
Don´t look for coins in the ground
Don´t turn the roadside carcasses
And don´t you loaf too long on a crossroads
On moonless nights
This for good kings of Argos
This for their gold and silk
Opium, honey and milk
Up on the navel of the world
Beneath the Mother of Serpents
The fear of life
Burn our future sibylline
In the fires of a Roman dream
Where do we go
Mother of serpents
I don´t want to know
The night and Erebus proclaimed
And threefold Hecate of hundred names
Who minds or who revenges injured love
On moonless nights
Oh don´t eat the yellow snow
And don´t you never give all thy heart
Don´t believe the voices of the dead
On moonless nights
This for a coin from the ground
This for what´s already mine
- Never ever look behind
Our mother of the Serpents
Mãe das Serpentes
Oh, não deseje por nada
Pra não ser punido pelos deuses com tudo isso
As coisas que você procura nunca vai encontrar
Nesta vida
Pois todos os augúrios vagos
Oráculos bêbados de uma fonte de enxofre
Ainda buscavam a Hécate de três faces
Amaldiçoando buracos
Em noites sem lua
Pois o que é mais
Para sempre ou nunca mais
Nunca ou para sempre
Não busque as glórias do mundo
A beleza passageira das coisas que logo vão
As flores do campo que as aranhas sugam
Pretas como a doença
Não procure moedas no chão
Não vire os cadáveres na beira da estrada
E não fique muito tempo em uma encruzilhada
Em noites sem lua
Isso é para os bons reis de Argos
Isso é para seu ouro e seda
Ópio, mel e leite
Lá no umbigo do mundo
Debaixo da Mãe das Serpentes
O medo da vida
Queima nosso futuro sibilino
Nas chamas de um sonho romano
Pra onde vamos
Mãe das serpentes
Não quero saber
A noite e Érebo proclamaram
E a Hécate de mil nomes
Quem se importa ou quem vinga o amor ferido
Em noites sem lua
Oh, não coma a neve amarela
E nunca dê todo o seu coração
Não acredite nas vozes dos mortos
Em noites sem lua
Isso é por uma moeda do chão
Isso é pelo que já é meu
- Nunca olhe pra trás
Nossa mãe das Serpentes