Fim da Existência
Parece que cedo e muito cedo
A vida em breve, o fim, darei!
Eu só peço que não vertas uma lágrima
Todo aquele que amizade eu lhe dediquei
Nem tu mesmo, oh mulher
Que prometi!
Lhe adorar-te como os anjos
Que adoram à Deus!
Quando a vida, eu deixar
Que será breve!
Ai, tu não vertas por mim
Os prantos teus!
Se da vida, não deixo mais amigos
Tenham pena, tenham dó destas clemências!
Mesmo assim, deixo à todos um abraço
Quando vejo findar-me ha existência
Peço a todos, que coloquem por lembrança
Lá na minha sepultura pobre
Uma cruz, anunciando que ali dorme
Um amigo, um amigo que foi nobre
Fim da Existência
Parece que cedo e muito cedo
A vida em breve, o fim, darei!
Eu só peço que não derrames uma lágrima
Por todos aqueles a quem dediquei amizade
Nem mesmo tu, ó mulher
A quem prometi!
Te adorar como os anjos
Adoram a Deus!
Quando eu partir desta vida
Que será breve!
Oh, não derrames por mim
Tuas lágrimas!
Se da vida, não deixo mais amigos
Tenham pena, tenham compaixão dessas clemências!
Mesmo assim, deixo a todos um abraço
Quando vejo minha existência chegar ao fim
Peço a todos que coloquem como lembrança
Lá em minha pobre sepultura
Uma cruz, anunciando que ali descansa
Um amigo, um amigo que foi nobre